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Mais de 10 mil casas atingidas no Líbano durante a trégua

Mais de dez mil casas atingidas no Líbano desde o cessar-fogo, com milhares destruídas e danificadas, segundo o Conselho Nacional de Investigação Científica (CNRS)

"Desde o cessar-fogo, verificámos que 5386 casas foram completamente destruídas e 5246 danificadas", indicou o diretor do Conselho Nacional de Investigação Científica
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  • Desde o cessar-fogo de 17 de abril, no Líbano foram destruídas ou danificadas mais de dez mil casas, entre Beirute e Israel, segundo o Conselho Nacional de Investigação Científica (CNRS).
  • O CNRS indicou que 5386 casas foram completamente destruídas e 5246 danificadas.
  • Israel continua a bombardear o sul do Líbano, alegadamente contra alvos do Hezbollah, que também reivindica ataques contra tropas israelitas.
  • Pelo menos 12 pessoas morreram em ataques aéreos; o total de mortes desde o início do cessar-fogo é de 380, com mais de um milhão de deslocados desde 2 de março.
  • O Líbano pediu aos Estados Unidos que pressionem Israel a suspender os ataques antes das negociações diretas; o Hezbollahopõe-se às negociações e ameaça tornar os confrontos mais intensos para Israel.

Mais de dez mil casas foram destruídas ou danificadas no Líbano desde o cessar-fogo de 17 de abril entre Beirute e Israel, segundo o Conselho Nacional de Investigação Científica (CNRS).

O CNRS informou, em conferência, que 5386 casas ficaram completamente destruídas e 5246 sofreram danos. Os números são apurados pelas autoridades científicas do país.

Apesar da trégua, os bombardeamentos israelitas prosseguem, sobretudo no sul do Líbano, visando supostos alvos do Hezbollah, que também continua a reivindicar ataques contra forças israelitas.

O Líbano pediu aos Estados Unidos que pressionem Israel para suspender os ataques aéreos antes do início de negociações diretas entre as partes.

O Hezbollah opõe-se às negociações, e o seu líder, Naim Qassem, ameaçou tornar os confrontos um inferno para Israel, caso haja avanços nas conversações.

Pelo menos 12 pessoas morreram em ataques aéreos contra veículos no Líbano, elevando o total de mortos desde o início do cessar-fogo para 380, segundo fontes locais.

As forças israelitas reforçaram posições no sul do Líbano e lançaram ataques, numa escalada que acompanha a retaliação do grupo xiita.

Desde 2 de março, o Ministério da Saúde libanês contabilizou cerca de 2.882 mortes, incluindo 200 crianças, e mais de um milhão de deslocados.

O exército israelita estabeleceu uma linha amarela no sul, a cerca de 10 quilómetros da fronteira, e informou ter realizado uma operação interna para atacar o Hezbollah.

O acordo de cessar-fogo reserva a Israel o direito de tomar medidas em legítima defesa, cláusula que o Hezbollah contesta como inadequada para a situação atual.

As partes vinham de confrontos ligados à guerra na Faixa de Gaza, de abril de 2023 a novembro de 2024, quando o cessar-fogo não foi plenamente obedecido.

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