Drones ucranianos voltaram a atacar o porto russo de Tuapse, no Mar Negro, pela quarta vez em 16 dias, segundo fontes oficiais. O objetivo é o controlo de operações portuárias e de transporte na região.
O ataque acarreta fumo negro e derrames de petróleo, agravando a crise ambiental já associada ao conflito. Observadores descrevem uma escalada de danos ecológicos decorrente dos incidentes repetidos.
Desdobramentos ambientais
Autoridades locais monitorizam as áreas costeiras e deslocam equipas para conter o derrame. O impacto ambiental deve-se à poluição marinha e à nuvem tóxica gerada pela combustão do petróleo.
Ainda não há confirmação de feridos, com os responsáveis a manterem sob avaliação a extensão dos danos e a resposta de emergências. O evento ocorre num contexto de múltiplos incidentes na região desde o início do mês.
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