- O Exército de Israel lançou ataque contra infraestruturas do Hezbollah em Dahiyeh, nos subúrbios sul de Beirute, alegadamente em resposta aos disparos do grupo.
- A agência libanesa afirma dois mortos e onze feridos, cinco em estado grave; a Al Jazeera aponta que o alvo foi específico e que a retaliação depende do sucesso da missão.
- Anteriormente, Israel informou ter interceptado dois projécteis que entraram em território israelita; o Hezbollah não assumiu a responsabilidade pelos disparos.
- Em Israel, um homem abriu fogo perto da fronteira com a Cisjordânia, matando um cidadão e ferindo várias pessoas; a polícia abatou o suspeito principal e deteve outro.
- As Brigadas Qassam, ala armada do Hamas, reivindicam o ataque como autodefesa, afirmando ter atuado com um de seus combatentes.
Israel lançou uma ofensiva contra infraestruturas supostamente associadas ao Hezbollah em Dahiyeh, subúrbio ao sul de Beirute. A operação foi ordenada, segundo afirmações oficiais, em resposta aos disparos sobre território israelita provenientes da região.
A agência noticiosa do Líbano reporta dois mortos e 11 feridos, cinco em estado grave, como saldo inicial. Fontes ligadas ao canal de notícias internacional indicam que o ataque teve como alvo específico infraestruturas militares na área.
Antes do ataque, o Exército de Israel informou ter interceptado dois projéteis que entraram no seu território, levando ao acionamento de sirenes em Yiftah e Ramot Naftali. O Hezbollah não assumiu a responsabilidade pelos disparos.
Operação em Dahiyeh
Um ataque ocorrido hoje em várias zonas da fronteira com a Cisjordânia resultou na morte de um homem e ferimentos em várias pessoas, segundo a polícia israelita. O incidente ocorreu em Kochav Yair e arredores, perto de Qalqilya.
A polícia informou ter abatido o suspeito após uma perseguição e ter apreendido a arma e o veículo usados. Um segundo suspeito foi detido mais tarde, após declarações que sugeriam envolvimento, com tentativa de agressão aos agentes durante a abordagem.
Reações oficiais
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu descreveu o ataque como fruto de uma ação de combate ao terrorismo, elogiando as forças de segurança. O Presidente Isaac Herzog manifestou consternação e desejou rápidas melhoras aos feridos.
As Brigadas Qassam, ala armada do Hamas, elogiaram a operação em Kochav Yair, afirmando ter atacado mediante uma ação de autodefesa, em resposta à agressão da ocupação e dos colonos.
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