- Ben Roberts-Smith, ex-militar australiano, negou categoricamente as cinco alegações de crimes de guerra no Afeganistão.
- Foi detido a sete de abril e libertado sob fiança na sexta-feira, sendo a primeira declaração pública desde então.
- As acusações dizem respeito a cinco homicídios ocorridos em 2009 e 2012 durante operações no Afeganistão.
- Em Gold Coast, o detentor da Victoria Cross afirmou ter orgulho do serviço e ter agido sempre de acordo com os seus valores.
- Roberts-Smith tem quarenta e sete anos, tem retrato no Memorial de Guerra em Camberra e já se encontrou com a rainha Isabel II.
Ben Roberts-Smith, ex-militar das forças especiais australianas, negou, neste domingo, todas as acusações de crimes de guerra no Afeganistão. A declaração pública ocorreu em Gold Coast, após a detenção.
O casal de acusações envolve cinco homicídios considerados crimes de guerra ocorridos em 2009 e 2012, parte de uma extensa investigação sobre ações do exército australiano durante operações no exterior. Roberts-Smith foi detido a 7 de abril e libertado sob fiança na sexta-feira.
O veterano, de 47 anos, tem uma Victoria Cross, a mais alta condecoração militar da Austrália, e já teve o retrato exibido no Memorial de Guerra em Canberra. Chegou a encontrar-se com a rainha Isabel II durante a sua carreira.
Em defesa, o ex-militar afirmou ter orgulho do serviço prestado no Afeganistão e que agiu sempre de acordo com os seus valores. Roberts-Smith mantém a posição de que as acusações não são consistentes com a sua atuação.
Durante muito tempo, Roberts-Smith foi visto como um herói de guerra no país, ganhando reconhecimento por feitos durante operações internacionais. O caso continua a tramitar nos tribunais australianos, com etapas processuais em curso.
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