- Ghida Margie Fakih, investigadora socio‑económica, partilhou um vídeo no Instagram que mostra a filha de 13 anos e o marido a refugiarem‑se em Beirute, enquanto dois outros filhos estavam em casa.
- O vídeo regista o pânico da filha e do pai, que tentam chegar a um local seguro durante os bombardeamentos repentinamente iniciados.
- Na descrição, o marido questiona os rapazes em casa com a empregada: “onde é que o próximo míssil vai cair?” e se estarão bem.
- Ghida conseguiu contactar o marido após dificuldades iniciais de comunicação; o filho de 11 anos filmava e o mais novo, de 4 anos, tremia.
- Ela descreve Beirute como alvo de um ataque cruel e desumano, e afirma que nenhuma mãe deveria ter de escolher qual dos filhos salvar primeiro.
Uma mãe libanesa partilhou o testemunho de um momento de ataque em Beirute, capital do Líbano, que se tornou viral nas redes. Ghida Margie Fakih mostrou um vídeo em que a filha de 13 anos caminha para casa a pé com o marido, enquanto explosões começam de forma repentina. Os outros dois filhos estavam em casa com a empregada.
O vídeo transmite o pânico da menina e a tentativa de acalmar da dupla, que procura um abrigo seguro. Na descrição, Ghida relata os pensamentos do marido sobre os filhos em casa e a incerteza sobre a segurança, bem como a localização do próximo míssil.
A mãe explicou que inicialmente não conseguiu contactar a filha por telefone, mas depois conseguiu falar com o marido, que ficou mais tranquilo. Ainda assim, ela expressou preocupação pelos filhos mais novos, com relatos de tremores e nervosismo entre eles.
Beirute é descrita pela autora como alvo de um ataque cruel e desumano, com mísseis a sobrevoarem a cidade, vindos de várias direções. Ghida comenta o difícil desafio de proteger os três filhos de forma imediata e a vontade de pôr termo à situação.
Repercussão e contexto
A testemunha destaca o peso emocional de não conseguir escolher qual filho salvar primeiro, uma reflexão sobre a gravidade dos bombardeamentos atravessando a vida familiar. O caso é usado para ilustrar o impacto humano das hostilidades na região.
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