Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Israel quer dialogar com o Líbano após pressão internacional

Israel avança negociações diretas com o Líbano para desarmar o Hezbollah, em resposta à pressão internacional e às hostilidades em curso

Em dia de luto, buscas continuaram em edifício destruído por Israel sob justificação de lutar contra Hezbollah
0:00
Carregando...
0:00
  • Israel vai iniciar negociações diretas com o Líbano, centradas no desarmamento do Hezbollah e na construção de relações de paz entre os dois países.
  • A decisão surge após pressão internacional para que Beirute seja incluída no cessar-fogo acordado com Teerão.
  • Beirute afirma que quer um cessar-fogo antes de iniciar negociações; o Hezbollah rejeita conversações diretas e exige a retirada israelita.
  • As negociações devem realizar-se na próxima semana, em Washington.
  • O conflito já provocou mais de 300 mortos no Líbano, na maioria civis, com reacções de várias potências como Irão, Rússia, China e União Europeia sobre a trégua e o envolvimento regional.

Israel anunciou na quinta-feira a abertura de negociações diretas com o Líbano para desarmar o Hezbollah, decisão tomada pelo governo de Telavive após uma ofensiva que causou centenas de mortes. A medida surge num contexto de pressão internacional para incluir Beirute no cessar-fogo.

O país afirma que as negociações deverão ocorrer rapidamente e concentram-se no desarmamento do Hezbollah e no estabelecimento de relações de paz entre Israel e o Líbano. Telavive valoriza o apelo do primeiro-ministro libanês para a desmilitarização de Beirute.

Beirute responde que quer um cessar-fogo antes de iniciar negociações, enquanto o Hezbollah rejeita negociações diretas e exige a retirada de tropas israelitas e o fim das hostilidades. As discussões devem decorrer na próxima semana, em Washington, segundo a imprensa internacional.

O Irão ameaçou abandonar a trégua caso não haja acordo, dizendo que os ataques demonstram incumprimento e tornam as negociações sem sentido. O Governo iraniano sustenta que mantém o apoio aos libaneses, mantendo as suas posições no conflito.

Entidades internacionais reagiram de forma variada. O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo apontou que os acordos têm dimensão regional e se aplicam ao Líbano. A China enfatizou a soberania do Líbano, enquanto a União Europeia frisou pressão sobre o cessar-fogo entre EUA e Irão. A chefe da diplomacia europeia defendeu a extensão da trégua ao Líbano.

— Número de vítimas e contexto —

Pelo menos 303 pessoas morreram e 1150 ficaram feridas na ofensiva de quarta-feira, segundo o Ministério da Saúde do Líbano. O total de mortos desde o dia 2 de março é de 1888, com 6092 feridos. A maioria das vítimas é civil, segundo fontes militares libanesas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais