- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país vai continuar a atacar o Hezbollah, apoiado pelo Irão, no Líbano.
- Famílias que vivem perto da fronteira norte, em cidades como Kiryat Shmona, estão sob regime de guerra há anos.
- Os residentes apelam ao fim do conflito e a um cessar-fogo.
- O Hezbollah é apoiado pelo Irão, e os confrontos mantêm-se atuais.
- O Líbano pode apresentar queixa na ONU após a intensificação dos ataques israelitas.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta quinta-feira que o país vai manter os ataques contra o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irão, no Líbano. A declaração surge numa altura de escalada de ataques entre as partes ao longo da fronteira norte. O objetivo, segundo Netanyahu, é impedir ações do Hezbollah na região.
Residentes de Kiryat Shmona, cidade situada perto da fronteira, vivem sob regime de guerra há anos e apelam ao fim do conflito. Os habitantes enfrentam sirenes, evacuações e interrupções constantes, numa tensão que persiste desde o início dos confrontos.
O Líbano planeia apresentar uma queixa na ONU após o aumento dos ataques israelitas, segundo fontes oficiais do país. Enquanto isso, o Irão mantém o discurso de apoio ao Hezbollah, sublinhando a complexidade regional e o equilíbrio de forças na região.
Reações internacionais e próximos passos
O ministério da Defesa de Israel adiantou que as operações vão prosseguir enquanto houver ameaças. Observadores internacionais destacam a necessidade de desescalar a situação, a fim de evitar uma ampliação do conflito na região.
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