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Teerã ataca Israel; Trump afirma que EUA não começaram a destruir o Irão

Nova ofensiva de mísseis iranianos contra Israel aumenta a tensão regional, com Trump a dizer que os EUA ainda não começaram a destruir o Irão.

Forças de segurança israelitas e equipas de salvamento inspeccionam um local atingido por um míssil iraniano em Petah Tikva, 2 de abril de 2026
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  • O Irão lançou uma nova salva de mísseis contra Israel; as defesas aéreas israelitas abateram várias ogivas, mas houve danos em habitações, veículos e numa estação de comboios em Telavive.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, disse Online que os EUA ainda não começaram a destruir o Irão, sugerindo que ataques subsequentes ocorreriam se não houver acordo.
  • O Irão afirmou que ações contra estruturas civis não o faria render-se, enquanto meios oficiais relatam ataques iranianos a alvos nos Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Israel.
  • No Golfo, ataques com drones atingiram uma refinaria no Kuwait; as autoridades saudaram novas ofensivas de mísseis e drones, com o Irão a reivindicar ataques anteriores.
  • O conflito já impacta o preço do petróleo, que subiu para cerca de 110 dólares por barril, com preocupações globais sobre a inflação, empregos e segurança alimentar.

O conflito entre Israel e Irão intensificou-se com novas investidas de mísseis iranianos contra território israelita. As forças de defesa de Israel afirmaram ter interceptado a maioria dos projéteis, mas registaram danos limitados em habitações, veículos e uma estação de comboios em Telavive, sem relatos imediatos de vítimas. O ataque ocorreu na sexta-feira, quando o Irão travava uma escalada com resposta israelita.

Trump reiterou em redes sociais que os EUA ainda não iniciaram o ataque às infraestruturas do Irão, acrescentando que as ações poderiam evoluir. O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão respondeu que atacar infraestruturas civis não obriga o país a render-se, numa mensagem publicada online.

Os ataques ocorreram num momento em que a tensão se alargava para além de Israel e Irão, com retaliações a atingir alvos económicos e industriais na região. O Estreito de Ormuz manteve-se relevante, após o Irão ter restringido a passagem de embarcações, enquanto a ONU adiou uma votação prevista para sexta-feira.

Novos ataques no Golfo

Fontes oficiais relatam que um drone atingiu uma refinaria kuwaitiana, provocando incêndios em várias unidades. As defesas aéreas do Kuwait responderam a ataques subsequentes com mísseis e drones. O Irão afirmou ter atingido alvos no Emirado Árabe Unido, no Bahrein e em Israel num ataque anterior.

Em Teerão, famílias reuniram-se no Parque Melat para marcar o Nowruz, o Ano Novo persa, apesar da tensão militar. Um residente indicou que controles da Guarda Revolucionária tinham aumentado pela cidade.

Impacto económico e global

Os mercados de petróleo reagiram com subida de preços, que rondavam os 110 dólares por barril, antes de o mercado fechar. Analistas destacam a incerteza quanto a uma estratégia de saída do conflito. O Banco Mundial alertou para impactos na inflação, emprego e segurança alimentar globalmente.

No terreno, o conflito envolve ataques a infraestruturas críticas e locais estratégicos, o que aumenta o receio de perturbações contínuas na cadeia de abastecimento energético. O Irão promete retaliação, enquanto os EUA mantêm declarações firmes sobre eventual escalada.

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