- Novo ataque israelita mortal atingiu Zebdine, no sul do Líbano, reduzindo um edifício a escombros e mobilizando socorristas e moradores para buscar vítimas.
- Horas antes, uma incursão israelita na zona de Jnah, em Beirute, deixou pelo menos cinco mortos e vinte e um feridos, segundo o Ministério da Saúde libanês.
- Na quinta-feira, o Hezbollah afirmou ter lançado drones e rockets contra o norte de Israel, levando a sirenes a soar em várias localidades fronteiriças.
- A escalada envolve também Teerão, com novos ataques de mísseis contra alvos israelitas, aumentando o receio de uma guerra regional mais ampla.
- O preço do Brent subiu acima de 108 dólares, refletindo a preocupação com perturbações nas rotas de navegação e infraestruturas energéticas na região oriental do Mediterrâneo.
O Líbano foi alvo de um novo ataque israelita durante a noite, que devastou um edifício em Zebdine, perto de Nabatieh, no sul do país. Equipes de socorro e moradores procuram por vítimas entre os escombros, após o exército israelita ter intensificado os bombardeamentos na região.
O ataque ocorreu poucas horas depois de uma incursão em Jnah, Beirute, que deixou pelo menos cinco mortos e 21 feridos, segundo o Ministério da Saúde libanês. As ofensivas ampliam o conflito para áreas distantes das linhas de frente.
Na quinta-feira, o Hezbollah afirmou ter lançados drones e rockets contra o norte de Israel, com sirenes a soar em zonas fronteiriças e as defesas aéreas israelitas a responderem. A escalada envolve ainda bombardamentos entre Irão e Israel, aumentando as perspetivas de uma guerra regional.
Desdobramentos regionais
Analistas dizem que a escalada eleva o risco de intervenção de mais atores regionais, incluindo forças apoiadas por Teerão. Autoridades em Telavive classificaram os ataques como um dos mais diretos já vistos desde o início da atual vaga de hostilidades.
Impacto económico e geopolítico
Mercados reaccionaram com o preço do Brent a subir acima de 108 dólares por barril, refletindo receios sobre perturbações em rotas marítimas e infraestruturas energéticas. Países ocidentais apelam à contenção para evitar uma destabilização maior na região.
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