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Avisos da Guarda Revolucionária do Irão alimentam receios de nova escalada

IRGC alerta civis para ficarem longe de bases norte-americanas, num contexto de bloqueio do Estreito de Ormuz e agravamento das tensões regionais.

Um socorrista inspecciona a estrutura danificada de um edifício residencial atingido por um ataque israelita e norte-americano em Teerão, 27 de março de 2026
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  • A Guarda Revolucionária do Irão alertou civis do Médio Oriente para evitar zonas próximas de forças norte-americanas, numa altura em que o Estreito de Ormuz continua bloqueado e as tensões aumentam.
  • O IRGC pediu aos civis que se mantenham afastados das áreas onde as forças americanas estão estacionadas, após Trump ampliar o prazo para Teerão abrir o Estreito de Ormuz até 6 de abril.
  • Trump afirmou agir a pedido de Teerão, que quer terminar a guerra segundo as suas próprias condições, mantendo ataques de retaliação contra Israel e alvos no Golfo.
  • O Kuwait informou que o seu principal porto comercial foi danificado por drones, e o IRGC disse que o Estreito de Ormuz está fechado a navios de portos inimigos.
  • Na esfera económica, os preços do petróleo e as ações reagiram de forma mista; governos estudam medidas para mitigar a crise energética enquanto as negociações entre EUA e Irão prosseguem.

A Guarda Revolucionária do Irão (IRGC) pediu aos civis do Médio Oriente que se afastem das zonas próximas das forças norte-americanas. O aviso surge num momento de bloqueio do Estreito de Ormuz e de aumento de tensões entre Teerão e Washington.

Os militares iranianos emitiram a recomendação horas depois de prolongarem novamente o prazo para Teerão abrir o Estreito ou enfrentar danos aos seus recursos energéticos. Donald Trump afirmou que as negociações corriam bem, mas o Irão insistiu em condições próprias.

Contexto regional e ameaça de escalada

O IRGC afirmou que o Estreito de Ormuz está fechado a navios de portos inimigos e relatou ter recuado três embarcações que tentavam atravessar o ponto de passagem. O ataque a infraestruturas no Irão também foi reportado por fontes oficiais.

Paralelamente, o Kuwait informou danos no seu principal porto comercial devido a drones, aumentando a percepção de uma intensificação dos conflitos na região. O Irão mantém ataques de retaliação contra Israel e alvos no Golfo, segundo relatos locais.

Repercussões internacionais e económicas

O preço do petróleo e os mercados financeiros reagiram de forma mista à escalada. Trump repetiu o ultimato sobre o bloqueio, enquanto investidores monitorizam o possível impacto global. O Governo japonês indicou planos para aliviar temporariamente restrições a centrais a carvão.

O Reino Unido pediu uma resolução rápida do conflito e o fim do bloqueio no Estreito de Ormuz. O emissário dos EUA para as negociações disse ter havido sinais de disponibilidade do Irão para dialogar, com uma proposta de 15 pontos apresentada via Paquistão.

Contexto militar e diplomático

O Irão pediu reparações de guerra e respeitar a soberania sobre Ormuz. Ao mesmo tempo, Teerão pediu o fim dos ataques contra o Irão e os seus apoiantes regionais. Beirute e outras regiões relataram novos ataques aéreos e lançamentos de rockets.

As tensões mantêm-se elevadas com respostas de diversas frentes, incluindo ações de milícias no Líbano e ataques aéreos na região. Autoridades internacionais apelam a contenção e a retomada de negociações para evitar uma escalada maior.

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