- O embaixador do Irão em Genebra denunciou a morte de 21 profissionais de saúde em ataques aéreos israeliano-americanos.
- Dizia ainda que sete hospitais estão fora de serviço desde o início da ofensiva, a 28 de fevereiro.
- A carta foi enviada ao diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom, descrevendo também 49 centros de saúde danificados e 81 mil casas de civis destruídas total ou parcialmente.
- O Crescente Vermelho iraniano informou que pelo menos 292 centros médicos e de ajuda humanitária ficaram danificados.
O embaixador iraniano em Genebra denunciou a morte de 21 profissionais de saúde, atribuídas aos ataques aéreos apoiados pelos Estados Unidos e por Israel. A informação foi apresentada numa carta ao diretor-geral da Organização Mundial da Saúde.
Ali Bahraini afirmou ainda que sete hospitais estão fora de serviço desde o início da ofensiva, em 28 de fevereiro. O diplomata acrescentou que 49 centros de saúde foram danificados e 81 mil habitações civis ficaram parcial ou totalmente destruídas.
O Crescente Vermelho Iraniano, equivalente à Cruz Vermelha, informou, na véspera, que pelo menos 292 centros médicos e de ajuda humanitária sofreram danos. As autoridades destacam o impacto na população civil e no funcionamento do sistema de saúde.
Situação humanitária
As informações contrastam com relatos de outros organismos que monitorizam a área, reforçando a necessidade de validação independente. O secretário-geral da ONU e agências humanitárias têm apelado a proteção de civis e ao acesso seguro a assistência médica.
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