- O Paquistão sinalizou um acordo imediato entre Estados Unidos e Irão, com o primeiro-ministro Shehbaz Sharif a apostar numa assinatura nas próximas 24 horas.
- Teerão, porém, recusou-se a fechar o documento até domingo, contrariando a leitura otimista do mediador paquistanês.
- Nas primeiras horas, os Estados Unidos atacaram, durante a madrugada, drones iranianos que supostamente seguiam para o estreito de Ormuz.
- O Irão já tinha proclamado vitória no conflito, tornando a exigência de um acordo imediato mais complexa.
A notícia aponta para um avanço recente nas negociações entre os Estados Unidos e o Irão, com o Paquistão a dizer que um acordo imediato era possível. Segundo o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, avanços poderiam levar a uma assinatura nas próximas 24 horas. O Irão, contudo, mostrou resistência.
Durante a madrugada, o Médio Oriente registou atividade militar: os Estados Unidos alegadamente lançaram ataques com drones a aeronaves iranianas que estariam a caminho do estreito de Ormuz. A ação, segundo relatos, visava interceptar operações que pudessem intensificar tensões regionais.
A posição oficial de Teerão foi de recusa em fechar o acordo até ao prazo de domingo, um dia depois de ter declarado vitória sobre o conflito. O desfecho das negociações permanece incerto, com o governo iraniano a manter reservas sobre o conteúdo e o timing do documento.
Desdobramentos e posições
A mediação paquistanesa surge num contexto de sinais positivos de redução de confronto, ao mesmo tempo que persiste a hesitação iraniana. Observadores apontam que a viabilidade de um acordo depende de garantias sobre sanções, segurança regional e acesso ao material bélico crítico.
Não foi confirmada qualquer data oficial para a assinatura, nem houve confirmação pública de participação adicional de outros intervenientes. As informações indicam uma escuta atenta de várias capitais pela evolução das negociações.
Entre na conversa da comunidade