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Ataque à central nuclear de Bushehr não causou danos nem vítimas

Central nuclear de Bushehr é atingida por ataque, sem danos nem vítimas; Irão aponta EUA e Israel como responsáveis, AIEA exorta à máxima contenção

Central nuclear de Bushehr
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  • A Organização Iraniana de Energia Atómica informou que a central nuclear de Bushehr, no sul do Irão, foi atingida por um projétil, mas sem danos nem vítimas, responsabilizando os Estados Unidos e Israel.
  • A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) pediu máxima contenção e afirmou ter sido informada de outro projétil ter atingido as instalações na terça-feira.
  • A central de Bushehr é operada pela Rosatom, empresa estatal russa.
  • A Amnistia Internacional alertou que bombardear centrais elétricas poderia ter consequências devastadoras para milhões de civis, classificando as ações como crimes de guerra sob o Direito Internacional.
  • O contexto inclui ataques entre EUA e Israel ao Irão em fevereiro, com retaliações iranianas que incluíram a ameaça ao Estreito de Ormuz e ataques a alvos na região.

A Organização Iraniana de Energia Atómica afirmou, na noite de terça-feira, que a central nuclear de Bushehr, no sul do país, foi atingida por um ataque. A entidade informou que o ataque não provocou danos materiais, técnicos ou vítimas.

Segundo o Irão, o projétil teria atingido o interior da instalação, mas não houve registo de consequências significativas. O anúncio responsabiliza os Estados Unidos e Israel pela agressão.

A Agência Internacional de Energia Atómica reiterou o apelo à máxima contenção, após receber a informação de que outro projétil também atingiu Bushehr. Rafael Grossi destacou a importância de evitar riscos à segurança nuclear.

A central de Bushehr é operada pela Rosatom, empresa estatal russa. O uso de palavras-chave de ameaça já tinha sido tema de declarações oficiais entre Washington e Jerusalém, em resposta ao programa nuclear iraniano.

Paralelamente, a Amnistia Internacional alertou que bombardear centrais elétricas no Irão poderia ter consequências devastadoras para civis, qualificando tais ações como potenciais crimes de guerra.

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