- A Guarda Revolucionária iraniana prometeu caçar e matar o primeiro-ministro de Israel.
- Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irão a 28 de fevereiro, alegando eliminar ameaças nucleares.
- A ofensiva desencadeou uma escalada de tensões na região, com Teerão a retaliar contra Israel e interesses norte-americanos em países vizinhos.
- Aos 16 dias de guerra, as ameaças entre as partes subiram de tom.
- O texto acompanha ao minuto os principais desenvolvimentos da guerra.
O grupo conhecido como Guarda Revolucionária Jihadista, ou Guarda Revolucionária, afirmou que vai caçar e eliminar o primeiro-ministro de Israel. A declaração foi divulgada num momento de acentuada tensão entre o Irão e Israel.
Ontem, os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irão, alegando necessidade de neutralizar supostas ameaças nucleares. A ofensiva ocorreu num cenário de escalada regional, com reação de Teerão.
A ofensiva desencadeou uma resposta de Teerão, que atacou Israel e alvos próximos dos interesses norte-americanos na região. Aos 16 dias de conflito, a tensão manteve-se alta e não houve balanço definitivo sobre vítimas ou danos.
Desdobramentos
A comunidade internacional acompanha os desenvolvimentos em tempo real, com chamadas ao desescalonamento. Autoridades locais relatam movimentos militares crescentes e trocas de ataques entre as partes envolvidas.
Contexto regional
Analistas sugerem que a operação alvo pode alterar alianças regionais e estratégias de segurança. Fatores diplomáticos permanecem em aberto, com governos a procurar vias de negociação para reduzir a violência.
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