- Seis militares norte‑americanos morreram na queda de uma aeronave de reabastecimento KC‑135 no Oeste do Iraque.
- O total de militares dos EUA mortos na guerra contra o Irão sobe para treze; há mais de cento e cinquenta feridos.
- O Comando Central dos EUA afirma que a aeronave caiu e que as causas estão a ser investigadas; o incidente não resultou de fogo hostil nem de fogo amigo.
- O Irão sustenta que o avião foi atingido por um míssil disparado por grupos de resistência no Oeste do Iraque; a Resistência Islâmica no Iraque diz que o ataque visou defender a soberania iraquiana.
- O Presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou castigar estes “canalhas desvairados” nos próximos dias, insinuando uma nova vaga de bombardeamentos.
Oito dias de tensão no Médio Oriente aumentaram após a queda de um avião de reabastecimento dos Estados Unidos, que resultou na morte de seis militares. Com estas perdas, já são 13 os militares norte-americanos mortos na sequência do conflito com o Irão, e existem mais de 150 feridos.
Segundo o Comando Central das Forças Armadas dos EUA, a aeronave KC-135 caiu no oeste do Iraque durante uma missão de reabastecimento. As autoridades destacam que a queda não foi provocada por fogo hostil nem por fogo amigo, estando as causas já em investigação.
O Irão afirmou que o avião foi atingido por um míssil disparado por grupos de resistência no Oeste do Iraque. A Resistência Islâmica no Iraque confirmou o ataque, alegando agir em defesa da soberania e do espaço aéreo iraquiano.
Reações e desdobramentos
Donald Trump respondeu aos relatos com uma ameaça velada de retaliação, afirmando que “os canalhas desvairados” podem esperar consequências. O presidente sinalizou que nos próximos dias serão promovidas ações contra o Irão.
As autoridades americanas não forneceram detalhes adicionais sobre a investigação, que ainda está a decorrer. O episódio aumenta a pressão diplomática na região e pode influenciar a evolução do conflito entre Washington e Teerão.
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