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EUA sofrem baixas, mas aguardam possível golpe de Estado no Irão

Queda de um KC‑135 no Iraque deixa seis mortos; EUA prometem ataques mais fortes na próxima semana, enquanto Teerão avisa resposta mais dura a protestos

Vice-presidente e secretário de Defesa dos EUA recebem corpo de sargento morto na Arábia Saudita
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  • A queda de um KC-135 norte-americano no Oeste do Iraque, na quinta-feira, provocou as mortes de seis tripulantes, elevando o total de mortos entre os EUA para pelo menos 13 desde o início do conflito; outro avião envolvido seguiu para terra segura.
  • Teerão afirma que um grupo aliado no Iraque abatido o KC-135 com um míssil; a Resistência Islâmica no Iraque reivindica a autoria.
  • O presidente dos EUA criticou a cobertura mediática sobre a operação no Médio Oriente e prometeu ataques ao Irão “com muita força” na próxima semana, esperando uma revolta popular.
  • O Pentágono indica que cerca de 15 mil alvos inimigos foram atingidos por norte‑americanos e israelitas; diz ainda que o novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, estaria ferido e provavelmente desfigurado.
  • Em foco: envio de cerca de 2.500 fuzileiros norte-americanos para o Médio Oriente; explosão perto de comício pró-governo em Teerão com mortes; NATO reporta abate de míssil iraniano no espaço aéreo turco.

Os Estados Unidos registaram baixas e prometem intensificar ataques no Irão na próxima semana, enquanto a violência na região continua sem perspetiva de cessar. Um KC-135 americano caiu no Oeste do Iraque, causando seis mortes entre a tripulação; Teerão vê uma resposta mais repressiva por parte de protestos.

O balanço das forças americanas aponta 13 falecimentos desde o início do conflito. Um segundo avião envolvido no incidente conseguiu aterrar com segurança. O Comando Central dos EUA confirmou que a queda não foi causada por fogo hostil ou fogo amigo.

O Irão, segundo a televisão estatal, afirmou que um grupo aliado no Iraque terá abatido a aeronave com um míssil. A Resistência Islâmica no Iraque reivindicou a autoria do ataque.

Em foco

O Presidente dos EUA criticou a cobertura mediática da operação no Médio Oriente e afirmou que, na sua perspetiva, os Estados Unidos estão a progredir. Nas redes sociais, Donald Trump qualificou os líderes iranianos e sugeriu haver uma grande oportunidade para mudança.

Em entrevista à Fox News Radio, Trump prometeu atacar o Irão com grande força na próxima semana, na expectativa de uma revolta popular que leve ao fim do regime. Afirmou ainda que o processo poderá demorar, mas ocorrerá.

A Guarda Revolucionária iraniana advertiu que novas vagas de protestos serão respondidas com uma retaliação ainda mais forte do que a de janeiro, quando milhares de pessoas morreram na repressão, segundo fontes associadas à oposição aos aiatolás.

Desdobramentos militares

O Pentágono informou que o esforço coordenado entre EUA e Israel já atingiu cerca de 15 mil alvos inimigos. O secretário de Defesa destacou que Mojtaba Khamenei, novo líder supremo, estaria ferido e possivelmente desfigurado. Uma investigação sobre o ataque a uma escola em Minab, que provocou 175 mortos, está a cargo de um general fora do comando central.

Cerca de 2500 fuzileiros americanos devem ser deslocados de forma escalonada para o Médio Oriente, acompanhados por até três navios de guerra, de acordo com fontes citadas pela comunicação social.

Outros acontecimentos relevantes

Um morte ocorreu numa explosão perto de um comício pró-governo em Teerão, com a presença de agentes iranianos, incluindo o chefe da segurança Ali Larijani, o presidente Masoud Pezeshkian e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi.

A NATO informou ter abatido um terceiro míssil balístico disparado do Irão no espaço aéreo da Turquia. Horas antes, alarmes soararam na base de Incirlik, onde estão tropas americanas, e também em Batman, segundo a agência estatal Anadolu.

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