- Explosão na Escola Primária Shajarah Tayyebeh, em Minab (sul do Irão), ocorreu no primeiro dia da ofensiva aérea dos EUA e de Israel ao Irão, em 28 de fevereiro, com mais de 150 mortos conforme as autoridades iranianas, ainda sem verificação independente.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, inicialmente negou envolvimento americano e apontou o Irão, antes de recuar parcialmente e dizer que aceitaria o resultado da investigação.
- O The New York Times, citando responsáveis norte-americanos próximos da investigação, sustenta que o míssil Tomahawk foi disparado pelo Exército dos EUA e que o ataque resultou de um erro de direcionamento.
- Segundo o jornal, as coordenadas foram criadas com dados desatualizados da Agência de Inteligência da Defesa, e há dúvidas sobre por que essas informações não foram rechecadas.
- Em resposta, os EUA e Israel lançaram ataques ao Irão em 28 de fevereiro; o Irão respondeu com ações no estreito de Ormuz e ataques a alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestrutura regional. Também houve incidentes reportados em Chipre, Turquia e Azerbaijão.
O bombardeamento de uma escola primária em Minab, no sul do Irão, ocorreu no dia 28 de fevereiro, primeiro dia da ofensiva aérea conjunto dos EUA e de Israel. As autoridades iranianas dizem que o ataque resultou em mais de 150 mortos, com verificação independente ainda em curso.
Segundo o The New York Times, citando responsáveis americanos e fontes do inquérito, o míssil foi disparado pelo Exército dos EUA. O ataque à escola teria sido um erro de direcionamento, visava uma base iraniana adjacente que a escola já integrara no passado.
As informações preliminares apontam que as coordenadas foram criadas com dados desatualizados da Agência de Informações de Defesa. As autoridades enfatizam que as conclusões são provisórias e permanecem dúvidas sobre o motivo de não terem sido verificadas informações antigas.
Investigação e contexto
Os EUA e Israel defenderam o ataque como resposta ao enriquecimento de urânio no Irão. O Irão retaliou com ações no estreito de Ormuz e ataques a alvos em Israel e em bases norte-americanas na região.
Registros oficiais indicam ainda ataques junto a outros países da região, incluindo Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. No Irã, foi reportada mais de 1200 mortos civis desde o início do conflito.
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