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Guerra no Médio Oriente provoca regresso de 700 portugueses

Setecentos portugueses já regressaram do Médio Oriente; um novo avião está previsto, com o Governo a coordenar operações de repatriamento com parceiros europeus

Guerra no Médio Oriente obrigou ao repatriamento de centenas de cidadãos
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  • O conflito no Médio Oriente levou já ao regresso de cerca de 700 cidadãos portugueses, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).
  • Na segunda-feira chegou a Portugal mais um voo militar, com 61 passageiros, sendo 54 portugueses, ao Aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, numa operação coordenada pelo MNE e pela Força Aérea Portuguesa.
  • O regresso de cidadãos portugueses tem sido feito por voos militares e comerciais, com o MNE a confirmar a contagem global.
  • Está prevista a chegada de mais um avião da Emirates, com perto de 100 cidadãos nacionais, ainda durante o dia.
  • Anteriormente já chegaram dois voos: um com 39 passageiros (24 portugueses) e outro com 139 portugueses (mais oito estrangeiros), totalizando 147 pessoas.

Cinco voos promovidos pelo Estado português e por empresas fretadas com recurso a transportes comerciais já repatriaram centenas de portugueses do Médio Oriente, entre fins de fevereiro e início de março. A ação decorre ao abrigo de mecanismos de cooperação entre Estados‑membros da UE para pedidos de repatriamento.

Nesta segunda-feira chegou a Portugal mais um voo militar de repatriamento. A aeronave C-130H aterrou às 5:50 no Aeroporto de Lisboa, com 61 passageiros, dos quais 54 eram nacionais. A operação é conduzida pela Força Aérea e pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Desde o início dos ataques entre Estados Unidos, Israel e o Irão, a 28 de fevereiro, cerca de 700 cidadãos portugueses já regressaram, segundo confirmação vinda do Ministério dos Negócios Estrangeiros. O total inclui voos fretados e comerciais.

Estão previstas novas chegadas, com a chegada de um avião da Emirates ainda nesta terça-feira, que deverá transportar perto de 100 nacionais. Além do voo militar, já aterrou no país mais um conjunto de voos promovidos pelo Estado.

A primeira fase encerrou na madrugada de sexta-feira, com a chegada a Figo Maduro de 39 passageiros, dos quais 24 eram portugueses. Seguiu-se, horas depois, um segundo voo fretado pela TAP com 147 passageiros, incluindo 139 portugueses.

Alguns cidadãos estrangeiros também foram repatriados, provenientes de França, Grécia, Brasil, Israel, Alemanha, Itália, Reino Unido, EUA e Peru. A retirada de estrangeiros insere-se na cooperação entre Estados‑membros, conforme o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Alguns residentes na região optaram por permanecer nos seus países, devido a condições de segurança locais. O Governo português mantém a monitorização constante da situação, em coordenação com parceiros europeus e internacionais, avaliando a necessidade de futuras operações.

O conflito no Médio Oriente teve início a 28 de fevereiro, com ataques aéreos por parte de Israel e dos EUA contra o Irão. A escalada levou a retaliações que afetaram várias cidades da região e países vizinhos.

Segundo balanços recentes, a guerra causou já mortes no Irão e em Israel, bem como vítimas noutros países da região. Diversos países europeus reagiram com operações de repatriamento para cidadãos no terreno.

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