- Um vídeo partilhado pela Mehr News Agency mostra um míssil Tomahawk a atingir a base naval junto da Escola Primária Shajarah Tayyiba, em Mibab, no sul do Irão.
- O ataque de 28 de fevereiro, que, segundo as autoridades iranianas, matou 175 pessoas na cidade de Minab, é visto como evidência do envolvimento dos Estados Unidos.
- O Tomahawk é um míssil de cruzeiro de longo alcance que pode ser lançado a partir de navios da Marinha ou submarinos; os EUA seriam as únicas Forças Armadas conhecidas a possuir o armamento no conflito.
- As imagens surgem num contexto de escalada entre os Estados Unidos e o Irão, com relatos de ataques a infraestruturas civis.
- As informações são proporcionadas por autoridades iranianas; não há confirmação independente disponível no momento.
Num vídeo divulgado pela Mehr News Agency, uma agência semioficial iraniana, parece mostrar um míssil Tomahawk a descer junto à Escola Primária Shajarah Tayyiba, em Mibab, no sul do Irão. O vídeo surge como a mais recente indicação de envolvimento provável dos Estados Unidos no ataque de 28 de Fevereiro na região.
Segundo as informações divulgadas, o ataque ocorreu numa base naval perto da escola, causando, de acordo com as autoridades iranianas, a morte de 175 pessoas. O Tomahawk é um míssil de cruzeiro de longo alcance, lançado habitualmente a partir de navios da Marinha ou de submarinos.
Forças Armadas dos EUA, que já utilizaram o Tomahawk noutros ataques no âmbito da operação, são as únicas partes reconhecidas como possuidoras deste tipo de armamento. A notícia sustenta a hipótese de envolvimento norte-americano no ataque, sem conclusões definitivas.
Contexto
A violência na região tem provocado várias leituras sobre responsabilidades. A matéria sustenta as informações com base no material da agência iraniana e em declarações das autoridades locais, sem confirmar de forma independente a veracidade das imagens.
A cobertura menciona ainda outros ataques a infraestruturas civis na região, bem como o balanço de vítimas em ataques aéreos anteriores a escolas iranianas, sem atribuir culpa de forma definitiva. As informações permanecem sujeitas a verificação por fontes independentes.
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