- A reforma do Ministério da Educação reduziu o número de entidades de 18 para sete, com serviços mais digitalizados.
- Como consequência, houve uma redução de pessoal em cinquenta por cento e uma poupança anual de cerca de cinquenta milhões de euros.
- A implementação, centrada na digitalização de tarefas anteriormente realizadas por vários trabalhadores, pretende tornar a gestão de recursos humanos mais eficiente.
- Até ao final de 2027 está prevista a conclusão de um sistema de informação que contabilize com exatidão o número de alunos sem professor, baseado no preenchimento digital dos sumários das aulas.
- O ministro afirmou que o objetivo não é poupar, mas reconfigurar a organização para um ministério mais eficiente, com uso potencial de inteligência artificial.
A reforma do Ministério da Educação reduziu o número de entidades de 18 para 7, com serviços mais digitalizados. A consequência direta foi uma diminuição de pessoal em 50% e uma poupança anual de cerca de 50 milhões de euros. Os números foram apresentados pelo ministro na sessão de abertura de uma conferência em Lisboa.
A conferência decorreu no Centro Cultural de Belém e abordou temas como pessoas, competências e Inteligência Artificial. O ministro da Educação, Ciência e Inovação destacou que a reforma é profunda e visa tornar a administração escolar mais eficiente, através da centralização e da digitalização.
A digitalização dos serviços já em curso está ligada a uma melhoria na gestão de recursos humanos. O ministro indicou que várias tarefas, antes executadas por várias pessoas, estão a ser redefinidas ou eliminadas, para reduzir redundâncias.
Avanços e objetivos da reforma
O governante afirmou que o objetivo não é apenas poupar, mas reconfigurar a organização para um sistema digitalizado que gere melhores resultados na gestão do ministério. O processo deverá terminar até ao final de 2027, com o desenvolvimento de um sistema de informação para contabilizar o número de alunos sem professor.
Quanto à falta de docentes, o ministro foi questionado sobre propostas sobre impacto nos exames para alunos sem aulas. Foi reiterado que exames devem manter critérios iguais para todos, para não introduzir discriminação.
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