- À margem do G7 em França, Donald Trump afirmou que o acordo com o Irão é “muito sólido”, mas ainda não é definitivo.
- O documento é descrito como um memorando de entendimento; o acordo deverá ser formalmente assinado na sexta-feira, na Suíça.
- Copias divulgadas pela imprensa indicam que os EUA, com parceiros regionais, se comprometeriam a ajudar o Irão com 300 mil milhões de dólares.
- Trump disse que os EUA não vão contribuir financeiramente e que não dispõem de um fundo para esse efeito, deixando a decisão aos países envolvidos.
- O presidente dos EUA reforçou que a avaliação final depende de si e que, se não gostar, voltará a disparar bombas contra o Irão, conforme citado pela Associated Press.
À margem da cimeira G7 em França, o Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o acordo com o Irão é sólido, mas ainda não está fixado. O anúncio foi feito numa perspetiva de negociações em curso.
O memorando de entendimento deverá ser formalizado na sexta-feira, na Suíça, segundo fontes oficiais. Trump disse que, caso discorde, poderá reavivar ações militares, sem sustentar o apoio financeiro dos EUA.
A imprensa internacional relata que o texto pode prever apoio global à política iraniana, num montante de milhares de milhões de dólares. O objetivo é impulsionar o desenvolvimento económico do Irão.
Trump esclareceu que não haverá contribuição financeira direta dos EUA e que cada país do Golfo é livre de decidir se contribui. A afirmação surge após o anúncio feito no fim de semana.
Financiamento e assinatura
As partes envolvidas mantêm negociações sobre o papel financeiro dos parceiros regionais. O governo norte-americano repete que não dispõe de qualquer fundo para o tema e que não pretende investir recursos dos EUA.
Entre na conversa da comunidade