- A China negou as alegações da UE de ter treinado militares russos para combater na Ucrânia, classificando-as como difamatórias e sem base factual.
- A afirmação foi feita pela alta representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Kaja Kallas, após a reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros em Luxemburgo.
- A UE sancionou várias empresas chinesas, incluindo Shenzhen Minghuaxin e Xinxiang Richful Lubricant Additive Company, por alegado apoio ao complexo militar russo.
- Kallas afirmou que Pequim continua a ser um facilitador decisivo da guerra da Rússia contra a Ucrânia e que o bloco analisa as implicações das ações chinesas.
- O porta-voz chinês Lin Jian disse que as acusações não têm base factual e constituem pura calúnia.
A China rejeitou as alegações da União Europeia de que terá treinado militares russos para combater na Ucrânia, classificando-as como difamatórias e sem base factual.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Lin Jian, disse em conferência de imprensa que as acusações são puro calúnia e não correspondem à realidade. A reacção foi dada após declarações de Kaja Kallas.
A chefe da diplomacia da UE afirmou, na sequência de uma reunião de ministros em Luxembourg, que a UE verificou relatos de treino de pessoal militar russo pela China para a frente de combate na Ucrânia e que os Estados-membros analisam as implicações.
Segundo a UE, Pequim continua a ser um facilitador decisivo da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, o que levou o bloco a impor sanções a várias empresas chinesas ligadas ao complexo militar-industrial russo.
Sanções a empresas chinesas
Entre as entidades visadas estão a Shenzhen Minghuaxin e a Xinxiang Richful Lubricant Additive Company, apontadas como fornecedoras de apoio ao setor militar russo, conforme as autoridades da UE.
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