- O primeiro-ministro Nikol Pashinyan, do partido Contrato Civil, venceu as eleições antecipadas realizadas em Erevan, com cerca de setenta por cento dos votos.
- Milhares de pessoas se mobilizaram na Praça da República, em Erevan, exigindo a demissão de Pashinyan e acusando o Governo de falhas na gestão do conflito com o Azerbaijão.
- A oposição chamou a governos a reagir, com promessas de desobediência civil e pressão para que o Parlamento aprove a saída de Pashinyan.
- O ambiente político permaneceu tenso, com manifestações e ações de bloqueio de acessos na capital, incluindo estradas e pontos estratégicos.
- O contexto envolve a situação em Nagorno-Karabakh, com denúncias de abandono da região pelo Governo e dezenas de detenções durante os protestos.
O Primeiro-Ministro Nikol Pashinyan, líder do partido Contrato Civil, venceu as eleições realizadas no domingo, com maioria expressiva. A vitória foi anunciada após uma noite de votos contados e análise de resultados oficiais, em um contexto de grande mobilização popular.
Acompanham a vitória manifestações de apoio em Erevan, com milhares de apoiantes a celebrar na Praça da República. A contestação centraliza-se na oposição, que exige demissão de Pashinyan e responsabilização pela condução do conflito no Nagorno-Karabakh.
Milhares de manifestantes voltaram a exigir a demissão do chefe do Governo na capital arménia, em resposta a críticas sobre ceder aldeias ao Azerbaijão e à gestão do conflito fronteiriço. Os protestos incluem percursos entre aldeias fronteiriças e Yerevan.
Paralelamente, a tensão em Nagorno-Karabakh persiste, com relatos de deslocamentos e detenções associadas ao atual cenário político. Autoridades locais e organizações internacionais acompanham a evolução da situação, sem ainda haver uma resolução clara.
Ondas de protestos em Erevan deixaram ruas com bloqueios temporários de acessos, incluindo ao aeroporto. A oposição mantém a pressão por eleições legislativas antecipadas e por maior respaldo parlamentar.
O governo reconhece a necessidade de apoio político para governar, enquanto a oposição afirma que o Parlamento deve indicar o novo líder. O clima permanece de incerteza enquanto se aguardam desdobramentos políticos e eventuais negociações.
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