- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou “pulverizar” Omã, confundindo o sultanato com o Irão.
- Durante o mesmo discurso após o conselho de ministros na Casa Branca, Trump confundiu o Irão com a Venezuela.
- Questionado sobre o controlo futuro do estreito de Ormuz por Omã e pelo Irão, disse que a via marítima permanecerá aberta a todos.
- Afirmou que são águas internacionais e que os EUA as vão monitorizar, mas ninguém as controlará.
- Lotou ainda que, em ocasiões anteriores, já confundiu países, citando Albânia com Arménia e Islândia com Gronelândia.
O presidente dos EUA, Donald Trump, confundiu Omã com o Irão durante uma intervenção pública após o conselho de ministros na Casa Branca. A ameaça mencionada foi dirigida a Omã, aliado tradicional, de forma a sugerir pulverização caso não siga determinada linha.
No discurso, Trump também confundiu novamente o Irão com a Venezuela e afirmou que Omã devia comportar-se ou seria pulverizado. Disse ainda que a via do estreito de Ormuz poderia estar sob controlo de Omã e do Irão, algo que rejeitou, garantindo que a passagem permanecerá aberta a todos.
A administração indicou que o estreito de Ormuz é uma via internacional e que os EUA vão monitorizá-la, sem permitir controlo exclusivo por nenhum país. O líder norte-americano afirmou também que a economia do país continua próspera, apesar de tensões com a Venezuela, que disse ter reduzido a sua capacidade militar.
Histórico de lapsos de nomeação já foi observado anteriormente, com Trump a ter confundido Albânia com Arménia, e Islândia com Gronelândia, entre outros casos de troca de identidades de países.
Contexto regional
A observação pública sobre a segurança na região persiste, com os Estados Unidos a manter presença estratégica no Golfo e a acompanhar desenvolvimentos no estreito de Ormuz, crucial para o comércio global de petróleo.
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