- O Presidente da República condenou as humilhações públicas de activistas em Israel.
- Alertou para os riscos aos direitos humanos e pediu um olhar preventivo e determinado da Europa.
- Defendeu que, perante países que violam regras de modo assumido, a União Europeia deve agir com vigilância.
- A Europa deve manter o olhar preventivo e preservar os seus valores, mesmo que se torne numa ilha.
- A intervenção foi apresentada como resposta a situações de violação de direitos humanos.
O Presidente da República condenou, nesta quinta-feira, as humilhações públicas de ativistas em Israel e defendeu a necessidade de defesa dos direitos humanos a nível internacional.
Em discurso, o chefe de Estado alertou para os riscos que os direitos humanos enfrentam e pediu um olhar preventivo e firme da Europa para preservar os seus valores, independentemente das circunstâncias.
A previsão é de que o impacto dessas situações possa isolar a Europa, caso não haja uma resposta coordenada. O que está em jogo, segundo o presidente, são princípios democráticos e o respeito pela dignidade humana.
A fala ocorreu num contexto em que se registram ações associadas a violações de direitos em várias regiões, incluindo Israel, e reforçou a importância de uma postura europeia neutra e baseada em regras.
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