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Ex-presidente cubano Raúl Castro, acusado de homicídio pelos EUA

Estados Unidos acusam Raúl Castro de homicídio, alegando ordens para abater duas aeronaves com exilados cubanos em mil novecentos noventa e seis

Raúl Castro, a 1 de Maio de 2026
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  • Os Estados Unidos acusaram Raúl Castro, ex-Presidente cubano, de homicídio, em relação ao alegado abate de duas aeronaves que transportavam exilados cubanos em 1996.
  • A acusação foi tornada pública a 20 de Maio, com a Reuters a avançar a informação; o paradeiro de Raúl Castro continua desconhecido.
  • Raúl Castro era ministro da Defesa na altura e chegou a suceder Fidel na presidência de Cuba; afastou-se da vida política activa em 2021.
  • O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Cuba ainda não reagiu à acusação.
  • Os EUA têm defendido uma mudança de regime em Cuba; o diretor da CIA, Johnn Ratcliffe, visitou o país recentemente e avisou que os EUA abordariam assuntos económicos apenas com mudanças estruturais.

O governo dos Estados Unidos formalizou a acusação de homicídio contra Raúl Castro, ex-Presidente cubano, envolvendo, segundo a acusação, a aberturas de 1996 que resultaram na destruição de duas aeronaves transportando exilados cubanos. A notícia foi anunciada na quarta-feira, 20 de maio, pela Reuters.

O paradeiro de Raúl Castro permanece incerto. O ex-líder, que hoje tem 94 anos, foi visto no início de maio em Cuba, e não há indícios de uma saída do país ou de uma extradição organizada pelo Governo cubano. O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Cuba ainda não comentou a acusação.

Raúl Castro foi ministro da Defesa na época dos factos e, posteriormente, sucedeu o irmão Fidel na presidência, cargo que ocupou até 2018. Em 2021 afastou-se da vida política ativa, ao deixar a liderança do Partido Comunista.

Contexto internacional e reação

Os Estados Unidos têm defendido uma mudança de regime em Cuba, alinhando-se a viewpoints de pressão econômica e política. Na semana passada, o diretor da CIA, John Ratcliffe, visitou Cuba e reuniu-se com figuras políticas locais, incluindo “Raulito”, neto de Raúl Castro, para discutir condições económicas condicionadas a reformas estruturais.

A visita e as declarações da CIA foram interpretadas como sinalizações de aproximação condicionada a mudanças internas em Cuba. Não há confirmação de medidas de cooperação ou de consequências imediatas para o regime cubano.

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