- O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irão, sugerindo por meio de uma publicação com uma imagem de IA que “a calma era a calm before the storm” (calma antes da tempestade).
- A imagem mostra Trump com uma t‑shirt cinz da MAGA e aponta para a frente, com um navalhão iraniano a ser atingido num cenário de nuvens escuras.
- Segundo o New York Times, a missão da aliança EUA-Israel terá três objetivos: bombardear instalações e infraestruturas iranianas, recuperar cerca de 450 quilos de urânio enriquecido a 60% e tomar a ilha de Kharg, principal centro exportador de petróleo do Irão.
- A operação visaria também anular a capacidade militar iraniana, impedir o programa nuclear de Teerão e reabrir o estreito de Ormuz, situação que poderá afectar o preço do petróleo, que já se mantém acima de $100 o barril.
- O Irão ainda não comentou a possível retoma de hostilidades, podendo o regresso da guerra ocorrer já nesta semana; o país continua em estado de alerta durante o cessar-fogo vigente desde início de abril.
- Além disso, o Irão tem estado a ponderar taxar empresas de tecnologia pelo uso de cabos submarinos de internet sob o estreito de Ormuz, com ameaça de danificar cabos caso não paguem taxas. Empresas como Google, Meta, Microsoft e Amazon são mencionadas.
Donald Trump voltou a lançar ameaças ao Irão, sugerindo uma retaliação próxima, após publicar uma imagem gerada por IA com a legenda Foi a calma antes da tempestade. A publicação ocorreu na sua rede social, sem confirmação oficial.
Segundo o New York Times, a possível operação EUA-Israel teria três objetivos centrais: bombardear infraestruturas iranianas; confiscar urânio enriquecido a 60%; e tomar a ilha de Kharg, ponto estratégico de exportação de petróleo. A notícia não recebeu confirmação pública.
O jornal aponta ainda que a manobra visa neutralizar capacidades militares persas, enfrentar o programa nuclear e reabrir o estreito de Ormuz, em meio a uma subida de preços do petróleo acima de 100 dólares o barril.
Contexto regional
Ao longo da semana, o Golfo Pérsico mantém-se sob escrutínio, com receios de uma escalada após o cessar-fogo vigente desde abril. Teerão prepara-se para responder a potenciais ataques, aumentando a tensão na região.
Enquanto isso, a atenção volta-se para o estreito de Ormuz e para a circulação de navios, sujeita a um duplo bloqueio entre EUA e Irão. O espaço marítimo permanece central para o comércio global de petróleo.
Infraestruturas críticas sob análise
Na sua agenda, o Irão também considera medidas sobre cabos submarinos de internet instalados sob o estreito, citando empresas como Google, Meta, Microsoft e Amazon. A ameaça envolve possíveis danos aos cabos caso não haja pagamento de taxas.
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