- Governo cubano rejeita as ameaças de Donald Trump e alerta para uma forte resposta popular em caso de ataque.
- Bruno Rodríguez garante que Cuba não cederá a pressões externas nem negociará reformas políticas ou económicas com Washington.
- O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, questiona que Cuba seja uma ameaça e afirma que é um país de paz.
- Os EUA reforçaram sanções contra Cuba, visando setores estratégicos como energia, minas e finanças, e bancos estrangeiros que cooperam com Havana.
- Havana classifica as sanções como ilegais e abusivas, atribuindo-as à forte adesão popular ao desfile do Dia do Trabalhador, liderado por Raúl Castro e Díaz-Canel.
Governo cubano reagiu às ameaças feitas por Donald Trump, anunciadas nos últimos dias. A mensagem chega de Havana, após o endurecimento de sanções por parte de Washington, que afetam setores estratégicos da economia cubana. O objetivo é manter a soberania e evitar pressões externas.
Bruno Rodríguez, ministro dos Negócios Estrangeiros, afirmou que Cuba não cederá a pressões nem discutirá reformas políticas ou económicas com os EUA. O ministro deixou claro que os assuntos de soberania não são objeto de negociação.
O governante assegurou que, em caso de agressão, Cuba adotaria uma resposta firme. O tom indica que o país pode mobilizar a opinião pública e adotar medidas de defesa para preservar a independência.
Sanções dos EUA: o que mudou
Donald Trump reforçou sanções que visam energia, minas e finanças cubanas, incluindo bancos que trabalham com Havana. Os EUA justificam as medidas como proteção da segurança nacional.
Havana qualificou as novas sanções como ilegais e abusivas, denunciando uma reação a manifestações populares, como as do Dia do Trabalhador. O desfile foi liderado por Raúl Castro e Miguel Díaz-Canel, segundo a imprensa.
Miguel Díaz-Canel reiterou que Cuba não representa uma ameaça extraordinária e questionou: que ameaça há a um país de paz? As informações indicam que a resposta cubana se concentra na defesa de seus fundamentos de soberania.
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