- O Governo cubano afirmou neste sábado que não se deixa intimidar, após Trump ameaçar tomar o controlo da ilha quase de imediato.
- O ministro dos Negócios Estrangeiros, Bruno Rodríguez, escreveu nas redes sociais que os cubanos responderam de forma massiva no 1.º Maio, mostrando apoio à Revolução.
- Trump tinha dito na sexta-feira que tomará o controlo de Cuba quase de imediato.
- O presidente norte-americano acrescentou que pretende terminar o trabalho no Irão e deslocar o porta-aviões USS Abraham Lincoln para o mar das Caraíbas.
O Governo cubano afirmou que não se deixará intimidar, após o “briefing” do Presidente norte-americano, que ameaçou tomar o controlo de Cuba quase de imediato. A confirmação veio este sábado, em resposta às declarações de Washington.
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, comunicou nas redes sociais que os cubanos resistem a pressões e que o apoio popular à Revolução se manifestou de forma ampla no 1º de maio. A mensagem traduz a posição oficial do país frente à ameaça.
Trump afirmou na sexta-feira que planeava tomar o controlo de Cuba quase de imediato, mas indicou que primeiro quer concluir o que designa por trabalho no Irão antes de deslocar novamente para o Caribe o porta-aviões USS Abraham Lincoln. A mensagem coincidir com iniciativas diplomáticas e militares dos EUA na região.
Cuba manteve a narrativa de soberania, destacando a história de resistência e a mobilização interna. O governo cubano não detalhou medidas adicionais, limitando-se a reiterar a firmeza frente a pressões externas e a exigir respeito pela independência nacional.
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