- Os EUA e Israel lançaram ataques contra o Irão a 28 de fevereiro, alegando eliminar ameaças nucleares, o que provocou escalada de tensão na região.
- O Irão respondeu com ataques a Israel e a interesses norte-americanos em países vizinhos.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, aceitou suspender a ofensiva por duas semanas, aceitando uma proposta de cessar‑fogo paquistanesa para a reabertura de Ormuz.
- No sábado, o Irão encerrou novamente o estreito de Ormuz devido ao bloqueio naval norte‑americano.
- O Irão disse que irá atacar qualquer navio que se aproxime da passagem.
O Estreito de Ormuz voltou a responder ao contexto de tensões entre EUA e Irão. Os Estados Unidos e Israel conduziram ataques contra o Irão a 28 de fevereiro, alegando necessidade de neutralizar supostas ameaças nucleares. A ofensiva provocou uma escalada regional, com o Irão a reagir mediante ataques a Israel e a alvos norte-americanos nos países vizinhos.
Entre os intervenientes, destacam-se EUA, Israel e Irão. O atual episódio envolve também a promessa de cessar-fogo apresentada por uma proposta paquistanesa, a qual foi aceite pelo então Presidente Donald Trump, para suspender a ofensiva durante duas semanas na perspetiva de possível reabertura de Ormuz.
Ação e motivação ocorreram no Oriente Médio, com referência ao Estreito de Ormuz, ponto estratégico de passagem de crude. A ofensiva inicial teve lugar na última semana de fevereiro, seguido de negociações internacionais e de alterações no encorajamento de fluxos comerciais na região.
Desdobramentos recentes
Este sábado, o Irão encerrou novamente o Estreito de Ormuz, em resposta a um suposto bloqueio naval norte-americano, e lançou a ameaça de atacar navios que se aproximem da passagem. As autoridades iranianas justificam a medida pela pressão exercida por ações militares e sancionatórias. Não houve confirmação independente sobre danos diretos.
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