- A Amnistia Internacional pediu ao Governo português que recuse o uso norte‑americano da base das Lajes, nos Açores, em operações de guerra contra o Irão, e lançou uma petição pública.
- A organização defende que Portugal cesse de apoiar militarmente os EUA para evitar violações do direito internacional, incluindo crimes de guerra.
- A AI dirige‑se ao executivo da Aliança Democrática (PSD/CDS‑PP), liderado por Luís Montenegro, pedindo a recusa da disponibilização da base das Lajes e do espaço aéreo nacional para operações militares norte‑americanas.
- Exige ainda a suspensão imediata de transferências de armas para qualquer parte envolvida no conflito, incluindo a facilitação dessas transferências pelos EUA ao seu aliado Israel.
- A AI solicita que o Governo defenda e vote favoravelmente a suspensão do acordo de Associação União Europeia‑Israel e denuncie publicamente violações do direito internacional, independentemente de quem as cometa.
A Amnistia Internacional pediu ao Governo português que recuse o uso norte-americano da base das Lajes, nos Açores, para operações de guerra contra o Irão. Em comunicado, a organização defende cessar qualquer apoio militar que possa violar o direito internacional, incluindo crimes de guerra, e lançou uma petição pública.
A AI dirige-se ao executivo da coligação PSD/CDS-PP, liderada por Luís Montenegro, pedindo a recusa da disponibilização da base e do espaço aéreo para apoiar ações militares dos EUA no Irão, no contexto do acordo bilateral em vigor.
A instituição também exorta Portugal a suspender imediatamente transferências de armas para partes envolvidas no conflito e a impedir facilitação de armas entre EUA e Israel. Além disso, solicita que o Governo defenda a suspensão do acordo UE-Israel e denuncie violações do direito internacional, mesmo em relação a aliados.
Pedidos da Amnistia Internacional
A Amnistia Internacional reforça a necessidade de o Governo português agir com responsabilidade internacional, assegurando que não haja envolvimento em operações que violem convenções de guerra. A organização afirma que a neutralidade é essencial para cumprir compromissos legais.
Entre na conversa da comunidade