Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Conflito no Médio Oriente pode deixar 32 milhões na pobreza

Guerra no Médio Oriente pode colocar até 32 milhões de pessoas na pobreza em 162 países, com impacto principal nos que dependem de energia e importações

Guerra no Médio Oriente pode colocar 32 milhões de pessoas na pobreza
0:00
Carregando...
0:00
  • O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) alerta que a guerra no Médio Oriente pode colocar na pobreza mais de 30 milhões de pessoas em 162 países, com até 32 milhões no pior cenário.
  • A guerra entra na sexta semana e os seus efeitos passam de fase aguda a prolongada.
  • O impacto concentra‑se nos países diretamente afetados, como Líbano e Iraque, e nos que dependem das importações de energia.
  • O PNUD avisa para efeitos negativos a longo prazo nos países mais pobres, incluindo os mais afastados da região.
  • O administrador do PNUD, Alexander de Croo, sublinha a necessidade de agir com antecipação em políticas públicas para evitar escolhas entre estabilizar preços e financiar saúde, educação e emprego.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) alerta que a guerra no Médio Oriente pode empurrar mais de 30 milhões de pessoas para a pobreza, em 162 países. A projeção foi divulgada na atual fase de seis semanas de conflito, entre ataques com origem em Israel e EUA contra o Irão. O impacto é sentido de forma direta nos países vizinhos e entre quem depende de importações de energia.

O estudo aponta que no pior cenário até 32 milhões de pessoas podem ficar na pobreza. A evolução de uma fase aguda para uma crise prolongada aumenta a vulnerabilidade, com efeitos que se propagam para além do território envolvido.

A região fica sujeita a perturbações económicas significativas, especialmente em Líbano, Iraque e países com défice de margem orçamental para absorber o aumento de preços da energia e da alimentação. O aumento dos custos condiciona decisões entre estabilizar preços e manter serviços públicos.

Impacto regional e externo

O PNUD lembra que a pobreza pode surgir pela quebra de cadeias de abastecimento, desorganização de mercados e interrupções em importações de energia. O administrador do PNUD, Alexander de Croo, salienta que o conflito desfaz rapidamente ganhos de desenvolvimento obtidos ao longo de anos.

A instituição reforça que a crise não afeta apenas os países no conflito direto, mas também os que estão mais distantes, com consequências de longo prazo para a saúde, educação e emprego. A resposta antecipada em políticas públicas é apresentada como essencial.

Este cenário reforça a necessidade de coordenação internacional para mitigar choques de preço e apoiar redes de proteção social. A comunicação entre autoridades nacionais e organizações internacionais é apontada como crucial para evitar um agravamento ainda maior.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais