- A Turquia pediu a todas as partes que respeitem o cessar-fogo temporário acordado entre Irão e Estados Unidos.
- O Egito elogiou a iniciativa norte‑americana de abrir espaço à diplomacia, em conversa com o enviado Steve Witkoff.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a suspensão dos ataques contra o Irão por duas semanas; o Irão disse que a passagem segura pelo estreito de Ormuz seria possível nesse período, mediante coordenação com militares iranianos.
- O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, afirmou que o acordo envolve aliados dos EUA e representa um cessar-fogo imediato no Irão, no Líbano e noutros locais.
- A trégua ocorre no 40.º dia da guerra iniciada a 28 de fevereiro, após ataques contra interesses norte‑americanos e israelitas e com o bloqueio do estreito de Ormuz, o que impactou o preço do petróleo.
A Turquia pediu nesta quarta-feira a todas as partes para respeitarem o cessar-fogo temporário alcançado entre Irão e Estados Unidos. O objetivo é que a trégua seja totalmente executada no terreno, segundo um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros turco.
O Egipto reagiu publicamente, com Badr Abdelatty a agradecer a iniciativa norte-americana de abrir espaço à diplomacia e às negociações sérias. O elogio surgiu numa conversa telefónica com o enviado dos EUA, Steve Witkoff.
Donald Trump anunciou ter acordado suspender os ataques contra o Irão por duas semanas, ao passo que Teerão garantiu uma passagem segura pelo estreito de Ormuz durante o mesmo período, mediante coordenação com as forças iranianas.
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, afirmou que o acordo envolve os aliados dos EUA e representa um cessar-fogo imediato em território iraniano, no Líbano e noutros locais.
A trégua provisória surge no 40.º dia da guerra, iniciada em 28 de fevereiro, após uma ofensiva militar conjunta entre Israel e os EUA. O conflito já causou milhares de mortos na região do Golfo Pérsico.
Teerão reagiu com ataques a interesses norte-americanos e israelitas nos países vizinhos, além de bloquear o estreito de Ormuz, por onde circula parte importante do petróleo mundial, contribuindo para a escalada dos preços.
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