- O presidente Trump exige a entrega de urânio e a reabertura de Ormuz para manter a trégua.
- Israel bombardeou o Líbano, com mais de 200 mortos, e o Irão lançou ataques com drones a vários países do Golfo.
- O cessar-fogo entre o Irão e os Estados Unidos, anunciado na terça-feira à noite, já parece estar apenas no papel.
- O Irão afirma que os ataques de Israel violam o cessar-fogo e volta a ameaçar navios que passem pelo estreito de Ormuz.
- A Casa Branca garante que o Líbano não faz parte do acordo.
O presidente dos EUA, Donald Trump, exige a entrega de urânio e a reabertura do estreito de Ormuz como condição para manter a trégua com o Irão. O apelo coincide com séries de ataques no Médio Oriente que já colocam em risco o acordo anunciado na terça-feira à noite. A Casa Branca afirma que o Líbano não faz parte do entendimento.
Israel continua a bombardear o Líbano, segundo relatos, causando mais de 200 mortos em ações que podem comprometer a viabilidade do cessar-fogo. Paralelamente, o Irão tem recorrido a drones para atingir alvos em vários países do Golfo, elevando a tensão regional.
O cessar-fogo, anunciado na noite de terça-feira, é criticado por várias partes envolvidas, mas ainda não teve confirmação de implementação prática. Entidades internacionais apelam à contenção e à comunicação entre as partes para evitar uma escalada adicional.
Contexto internacional
As autoridades norte-americanas reiteram que o acordo não inclui o Líbano, enquanto o Irão afirma manter pressão para obter garantias de segurança e rotas comerciais. Analistas destacam que a viabilidade da trégua depende de notificações e de garantias sobre o setor energético regional.
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