- Após a captura de Nicolás Maduro, há três meses, Cuba ficou quase sem petróleo venezuelano, com os EUA a ameaçarem tarifas a países que o importassem; apenas a Rússia desrespeitou o bloqueio.
- Cuba tem registado apagões frequentes e aumento no custo de bens de primeira necessidade devido à escassez de energia.
- Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, afirmou que pode haver mudança de regime em Cuba, em câmara lenta.
- O presidente cubano, Díaz-Canel, criticou Washington por ameaças e por pretender “apropriar-se do país”.
- O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, disse aos jornalistas que pode libertar Cuba, num tom que sugere intervenção.
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou nesta quinta-feira que, com Nicolás Maduro afastado da Venezuela, poderá ocorrer uma mudança de regime em Cuba, em ritmo lento.
Desde a captura de Maduro, há cerca de três meses, Cuba ficou quase sem petróleo. Os EUA bloquearam a exportação de petróleo venezuelano para Havana e alertaram que imporiam taxas a países que o fizessem; apenas a Rússia contestou o bloqueio.
Como consequência, Cuba enfrenta apagões recorrentes e agravamento do custo de bens de primeira necessidade, segundo relatos de residentes e autoridades locais nas últimas semanas.
Donald Trump afirmou aos jornalistas, na terça-feira, que poderia intervir em Cuba, sem detalhar meios ou prazos. A manifestação ocorreu num contexto de tensões entre Washington e Havana.
O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, criticou as políticas norte-americanas, apontando que Washington ameaça derrubar o governo e pretende, segundo ele, excluir o país. O governo cubano não comentou medidas específicas adicionais.
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