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Asilo e pedido de proteção internacional sob análise

Parlamento Europeu aprova lei de regresso de migrantes, abrindo caminho a transferências a países terceiros; Portugal paga 8,4 milhões para evitar receber requerentes

Migrantes resgatados a sul de Creta. Os migrantes irregulares salvos no mar são frequentemente rejeitados pelos países da UE
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  • O Parlamento Europeu aprovou uma lei polémica sobre o regresso de migrantes.
  • A União Europeia abriu caminho à transferência de requerentes de asilo para países não relacionados.
  • Portugal pagou 8,4 milhões de euros para evitar acolher 420 requerentes de asilo.
  • Pedidos de asilo na UE diminuíram 11% em 2024, mas continuam acima de um milhão.
  • A Alemanha deixou de ser o principal destino dos requerentes de asilo na UE.

O Parlamento Europeu aprovou uma lei polémica sobre o regresso de requerentes de asilo, permitindo transferências para países da UE ou terceiros, com o objetivo de reduzir irregularidades. A aprovação acontece num momento de intensas contestações sobre a gestão migratória.

A UE tem explorado mecanismos de externalização e cooperação com países terceiros para gerir fluxos migratórios. Política que visa facilitar a saída de requerentes de asilo da UE e acelerar processos de returned, mantendo o foco na legalidade e nos direitos fundamentais.

Portugal informou recentemente ter pago 8,4 milhões de euros para não acolher 420 requerentes de asilo, numa medida de refundação de custos de regresso voluntário. Governo justifica com compromisso de repartir responsabilidades entre Estados-menha.

Mudanças na procura de destino

A Alemanha já não é o principal destino dos requerentes de asilo na UE, com alterações de rotas e políticas de controlo fronteiriço a influenciar decisões. Dados recentes apontam para uma diversificação de países de chegada e de acolhimento.

As autoridades da UE estudam facilitar a saída de requerentes de asilo da território comunitário, fortalecendo acordos de readmissão e a cooperação com Estados vizinhos. A medida surge num contexto de redução de pedidos em 2024, ainda acima de um milhão.

Dados e contexto

Níveis recorde de autorizações de residência emitidas na UE a nacionais de países terceiros continuam a marcar o cenário migratório. O tema permanece entre debates institucionais, judiciais e sociais sobre políticas de migração.

Polónia sinaliza intenções de levar a Hungria ao Tribunal de Justiça da UE, numa escalada institucional relacionada com políticas de asilo e cooperação regional. Medidas que podem influenciar o equilíbrio entre Estados-membros.

Realidades no terreno

No terreno, testemunhos indicam que muitos migrantes recorrem ao asilo após atravessarem o Mediterrâneo, mas a tendência de externalização e reencaminhamentos aumenta a pressão sobre países terceiros. A discussão permanece em aberto.

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