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Argélia criminaliza a colonização francesa, sem exigir desculpas

Argélia criminaliza o colonialismo mas mantém reparações pelos ensaios nucleares; quem glorifique o período arrisca 3 a 5 anos de prisão

Protesto em 2019 no dia em que se assinala o início da luta contra o colonialismo francês, em 1954
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  • A Argélia criminaliza o colonialismo, mas deixou cair os artigos mais ofensivos para a França.
  • Quem glorificar o período colonial arrisca-se a uma pena de três a cinco anos de prisão.
  • O projecto-lei foi aprovado na Assembleia Nacional, em Argel.
  • Mantém-se a exigência de reparações pela realização de ensaios nucleares no deserto do Sahara.
  • A ofensiva jurídica contra a França ficou mais moderada após a aprovação.

A Assembleia Nacional da Argélia aprovou um projeto de lei que criminaliza a colonização francesa, rejeitando artigos que exigiam desculpas oficiais a Paris. A votação ocorreu em Argel, nesta segunda-feira.

O diploma prevê penas de três a cinco anos de prisão para quem glorifique o período colonial. O texto foi aprovado com alterações em relação à versão inicial apresentada.

Ao mesmo tempo, os deputados retiraram disposições que apontavam para pedidos de desculpa pública, mantendo, no entanto, a exigência de reparações pelos ensaios nucleares no deserto do Sara.

Conteúdo e desdobramentos

O projeto mantém a exigência de indemnização de França pelos ensairos nucleares realizados no Sara, reivindicada por várias frentes políticas e sociais argelinas.

A aprovação envolveu membros da Assembleia Nacional e visa esclarecer o debate sobre o legado colonial, segundo o relato oficial apresentado pela instituição.

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