- O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, pediu desculpas pelos ataques contra países vizinhos, mas as ações da Guarda Revolucionária continuam a acontecer.
- Uma torre no Kuwait acordou em chamas durante a madrugada e uma central de dessalinização no Bahrein também foi atingida.
- O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, disse que o gesto de Pezeshkian foi bloqueado por Donald Trump, que o qualificou de rendição e prometeu mais ataques.
- A coligação israelo-americana atingiu alvos em Teerão, incluindo um depósito de petróleo no sul da capital.
- A escala do conflito: está a acorrer em 16 países, com 1.200 mortos no Irão e várias centenas no Líbano, enquanto a Euronews continua a acompanhar os desenvolvimentos no Médio Oriente.
O que aconteceu: uma torre no Kuwait pegou fogo durante a madrugada, em meio a ataques aéreos que continuam na região. Paralelamente, uma central de dessalinização no Bahrein foi atingida, segundo imagens de monitorização.
Quem está envolvido e quando: o incidente ocorre num contexto de confrontos entre forças iranianas e alianças ocidentais. O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, pediu desculpas pelos ataques, mas o fogo persiste. Menções à Guarda Revolucionária indicam a autonomia de decisão sobre alvos.
Onde e porquê: o fogo no Kuwait acontece num cenário de tensão entre o Irão e países vizinhos, com resposta de coligações israelo-americanas que também atingem alvos em Teerão, incluindo um depósito de petróleo no sul da capital.
Desdobramentos regionais
A coligação liderada pelos EUA e Israel afirma atacar alvos iranianos para, alegadamente, conter ações militares. O Irão enfrenta pressões diplomáticas internas, com o debate entre o presidente e a Guarda Revolucionária sobre a titularidade de decisões.
Equilíbrio político interno
Pezeshkian, que integra um conselho de liderança após a morte de Khamenei, vê-se numa posição crítica, com a Guarda Revolucionária a manter capacidades estratégicas sob controlo direto. O tom do debate público permanece tenso.
Perímetro humano e econômico
A ofensiva já afeta 16 países, com o balanço de mortos estimado em 1.200 no Irão e inúmeras vítimas no Líbano, onde o Hezbollah enfrenta ações israelitas. A escalada complicou esforços de mediação internacional.
Acompanhamento jornalístico
Os jornalistas da Euronews continuam a acompanhar o desenrolar dos acontecimentos no Médio Oriente, nove dias após o início dos ataques aéreos envolvendo EUA e Israel contra o Irão.
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