- O ministro da Defesa, Nuno Melo, afirmou que o nível de prontidão das Forças Armadas durante as intempéries foi o máximo desde o primeiro dia.
- Rejeitou atrasos na resposta das Forças Armadas ao pedido da Proteção Civil, mencionando respostas de uma hora em alguns casos durante o “comboio de tempestades” entre o final de janeiro e o início de fevereiro.
- Disse que as tropas estiveram no terreno desde 28 de janeiro e que o Governo autorizou um contacto direto entre ramos das Forças Armadas e os municípios para agilizar o apoio.
- Mantém que não houve diminuição de prontidão e que o nível é definido por quem comanda, não pelo ministro.
- O desastre deixou pelo menos 19 mortos, milhares de feridos e desalojados, com prejuízos de milhares de milhões de euros; regiões mais afetadas: Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.
O ministro da Defesa, Nuno Melo, afirmou na Assembleia da República que o nível de prontidão das Forças Armadas foi o máximo desde o primeiro dia de mau tempo. A declaração surge em resposta a um deputado do Chega sobre o timing de atuação.
Melo garantiu que não houve atraso nem redução da prontidão desde o início das intempéries que atingiram Portugal continental, com ações de resposta a pedido da Proteção Civil. Ele destacou que, nalguns casos, as forças atuaram em uma hora.
O governante explicou que as Forças Armadas estão no terreno desde 28 de janeiro e reiterou que o grau de prontidão foi o máximo desde o primeiro dia. Acrescentou que a autorização governamental permitiu o contacto direto entre ramos e municípios para acelerar o apoio.
Contexto dos temporais e impacto
Segundo dados oficiais, pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta. Houve centenas de feridos, desalojados e deslocados, com parte significativa a ocorrer em trabalhos de recuperação.
As intempéries, que duraram cerca de três semanas, provocaram destruição de habitações, empresas e infraestruturas. Também houve quedas de árvores, cortes de energia, água e comunicações, bem como inundações. O prejuízo agregado é de várias centenas de milhões de euros.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas, registando maior incidência de danos e interrupções nos serviços essenciais.
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