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Nuno Melo espera que os EUA se comportem como aliados

Nuno Melo diz que os EUA devem manter-se aliados da NATO, na sequência das pressões de Trump para tomar a Gronelândia

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Nuno Melo, ministro da Defesa Nacional
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  • O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, afirmou que espera que os Estados Unidos se comportem como aliados na NATO, na sequência das recusas da Gronelândia à pretensão de tomada de posse por parte de Trump.
  • Melo sublinhou que a NATO é fundamental para a paz na Europa e pediu palavras de união entre os aliados, em vez de rutura.
  • Questionado sobre contactos com aliados ou possível reforço do contingente na Gronelândia, o ministro disse apenas que a NATO se reúne com frequência e que todos os temas podem ser discutidos.
  • A Gronelândia rejeitou de forma inequívoca a pretensão dos EUA e anunciou que vai reforçar a defesa no âmbito da NATO.
  • A Alemanha confirmou que a NATO discute o fortalecimento da segurança no Ártico, numa altura em que Trump reiterou o desejo de tomar posse da Gronelândia.

O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, disse que espera que os Estados Unidos se comportem como aliados, após as recentes insistências do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre a Gronelândia. A declaração foi feita à Lusa à margem da cerimónia comemorativa do dia da Academia Militar, em Lisboa.

Melo destacou a importância da NATO e pediu que as relações entre aliados se baseiem na união e na cooperação. O governante sublinhou que a defesa europeia deve privilegiar a paz e a estabilidade, afirmando que a força da NATO decorre da política e da cooperação entre os seus membros.

Questionado sobre contatos com aliados da NATO ou possíveis negociações para reforçar o contingente na Gronelândia, o ministro recusou esclarecer detalhes, indicando apenas que a NATO reúne-se com frequência e que diversos temas podem ser discutidos.

A Gronelândia rejeitou de forma inequívoca a pretensão de tomar posse do território por parte dos EUA e anunciou o aumento dos esforços para garantir a defesa no âmbito da NATO. O governo gronelandês afirma manter a defesa integrada na aliança, com apoio de vários Estados-membros.

Berlim confirmou que a NATO está a ponderar um reforço da segurança no Ártico, numa evolução que tem sido acompanhada pela comunidade internacional, dada a relevância estratégica da região.

No domingo, Trump afirmou novamente que os EUA pretendem “tomar posse” da Gronelândia, defendendo a necessidade de um título de propriedade. O líder americano também sinalizou que poderia escolher entre manter a integridade da NATO ou controlar a Gronelândia.

As declarações de Trump suscitaram preocupações entre aliados europeus e reforçaram o debate sobre o papel estratégico do Ártico na segurança euro-atlântica. O Presidente citou a Rússia e a China como elementos para justificar uma possível anexação.

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