- Existem cerca de 300 mil contas de aforro em papel; a transição para o formato digital começou a 5 de janeiro de 2026.
- Se não converterem, os juros podem ficar em risco; os certificados físicos passam a ser registados apenas na Conta Aforro digital do IGCP.
- Além disso, todos os aforristas devem ir presencialmente aos CTT para atualizar os dados pessoais nos próximos meses; caso contrário, podem ter problemas ao levantar dinheiro ou ter o saldo bloqueado.
- As séries em papel abrangidas são A, B e D; no balcão dos CTT é indicada a documentação necessária e, para herdeiros, desaparece a figura do movimentador.
- Dados desatualizados dificultam pagamentos e podem levar à prescrição; atualizar o registo ajuda o IGCP a identificar titulares e herdeiros, evitando atrasos e problemas, com alerta de amortização automática se não houver regularização até ao fim do prazo.
Um episódio essencial para perceber a transição dos Certificados de Aforro em papel para o formato digital começou a 5 de janeiro de 2026. Existem cerca de 300 mil contas ainda em papel, que entram na fase de conversão, sob risco de perder juros se não regularizadas.
O processo exige que os titulares atualizem os dados nos próximos meses, com atendimento presencial nos CTT. Caso não haja atualização, há o risco de ter dinheiro bloqueado à hora de levantar os certificados.
Os responsáveis do IGCP explicam, passo a passo, como funciona a conversão e por que é crucial para todos os aforristas, incluindo quem já tem títulos digitais, atualizar os dados.
O que muda com o programa
A conversão abrange as séries A, B e D dos certificados em papel, consideradas relevantes para muitas famílias. A transferência ocorre nos balcões dos CTT, mediante documentação necessária para concluir o processo de imediato.
Os títulos físicos passam a ser inutilizados e registados apenas na Conta Aforro do IGCP em formato digital. Desta forma, deixa de existir a figura do movimentador para heranças e transmissões, ponto frequentemente mal interpretado por investidores mais velhos.
Dados desatualizados ou incompletos dificultam pagamentos a famílias e têm levado a prescrição de juros e capitais. A atualização do registo ajuda o IGCP a identificar titulares e herdeiros com maior precisão.
Quem não regularizar até ao prazo pode ver os certificados amortizados automaticamente, com montantes transferidos para saldo à ordem sem contagem de juros após essa data.
Importância prática para os aforradores
O objetivo é evitar surpresas e proteger o dinheiro de cada família já hoje. O IGCP alerta para a necessidade de regularizar dados para evitar atrasos ou bloqueios no futuro.
Este episódio apresenta entrevistas com responsáveis do IGCP para detalhar o funcionamento e a importância da atualização cadastral. As informações foram preparadas para facilitar o processo de conversão.
Caso pretenda aprofundar, o podcast disponibiliza as entrevistas longas para quem desejar compreender melhor o tema. Boas poupanças!
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