Em Alta futeboldesportointernacionaispessoasnotícia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Certificados de aforro em papel devem ser convertidos em digital, explica Pedro Andersson

Conversão de certificados de aforro em papel para digital pode provocar perda de juros e bloqueio de fundos se não atualizarem dados nos Correios

Telinha
Por
Está na reforma e vai vender casa? Antes de assinar, ouça este episódio com Pedro Andersson
0:00
Carregando...
0:00
  • Existem cerca de 300 mil contas de aforro em papel; a transição para o formato digital começou a 5 de janeiro de 2026.
  • Se não converterem, os juros podem ficar em risco; os certificados físicos passam a ser registados apenas na Conta Aforro digital do IGCP.
  • Além disso, todos os aforristas devem ir presencialmente aos CTT para atualizar os dados pessoais nos próximos meses; caso contrário, podem ter problemas ao levantar dinheiro ou ter o saldo bloqueado.
  • As séries em papel abrangidas são A, B e D; no balcão dos CTT é indicada a documentação necessária e, para herdeiros, desaparece a figura do movimentador.
  • Dados desatualizados dificultam pagamentos e podem levar à prescrição; atualizar o registo ajuda o IGCP a identificar titulares e herdeiros, evitando atrasos e problemas, com alerta de amortização automática se não houver regularização até ao fim do prazo.

Um episódio essencial para perceber a transição dos Certificados de Aforro em papel para o formato digital começou a 5 de janeiro de 2026. Existem cerca de 300 mil contas ainda em papel, que entram na fase de conversão, sob risco de perder juros se não regularizadas.

O processo exige que os titulares atualizem os dados nos próximos meses, com atendimento presencial nos CTT. Caso não haja atualização, há o risco de ter dinheiro bloqueado à hora de levantar os certificados.

Os responsáveis do IGCP explicam, passo a passo, como funciona a conversão e por que é crucial para todos os aforristas, incluindo quem já tem títulos digitais, atualizar os dados.

O que muda com o programa

A conversão abrange as séries A, B e D dos certificados em papel, consideradas relevantes para muitas famílias. A transferência ocorre nos balcões dos CTT, mediante documentação necessária para concluir o processo de imediato.

Os títulos físicos passam a ser inutilizados e registados apenas na Conta Aforro do IGCP em formato digital. Desta forma, deixa de existir a figura do movimentador para heranças e transmissões, ponto frequentemente mal interpretado por investidores mais velhos.

Dados desatualizados ou incompletos dificultam pagamentos a famílias e têm levado a prescrição de juros e capitais. A atualização do registo ajuda o IGCP a identificar titulares e herdeiros com maior precisão.

Quem não regularizar até ao prazo pode ver os certificados amortizados automaticamente, com montantes transferidos para saldo à ordem sem contagem de juros após essa data.

Importância prática para os aforradores

O objetivo é evitar surpresas e proteger o dinheiro de cada família já hoje. O IGCP alerta para a necessidade de regularizar dados para evitar atrasos ou bloqueios no futuro.

Este episódio apresenta entrevistas com responsáveis do IGCP para detalhar o funcionamento e a importância da atualização cadastral. As informações foram preparadas para facilitar o processo de conversão.

Caso pretenda aprofundar, o podcast disponibiliza as entrevistas longas para quem desejar compreender melhor o tema. Boas poupanças!

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais