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A fé de Domingo não chega à segunda-feira

Do deslumbramento dominical à dor de segunda-feira: o pai confronta o sofrimento da filha e a fé em crise

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  • No domingo, o narrador escreveu sobre o dever cristão de viver diariamente deslumbrado por Jesus.
  • Na madrugada de segunda-feira, a filha Marta acordou em pranto com dores no abdómen; chamaram uma ambulância.
  • A ambulância chegou entre 10 a 15 minutos; uma médica verificou a possibilidade de cálculo renal; mais tarde confirma-se a pedra nos rins.
  • Marta passou duas horas sem medicação na sala de espera do hospital São Francisco de Xavier; regressam a casa com Marta medicada e exausta.
  • O pai questiona a relação entre a fé pregada no domingo e o sofrimento vivido, refletindo sobre Deus como Pai que sofre e sobre a possibilidade de transformação espiritual através do sofrimento; Jesus é visto como estando nos dois momentos, domingo e segunda-feira.

O pai descreve uma experiência familiar que expõe o contraste entre fé e sofrimento. Na madrugada de segunda-feira, a filha Marta acorda em prantos com dores intensas na barriga. A família chama uma ambulância após a confirmação de mal-estar agudo.

A equipa médica suspeita de cálculo renal já no atendimento inicial. Uma ecografia confirmará a presença de uma pedra nos rins, após cerca de duas horas sem medicação na sala de espera do hospital São Francisco de Xavier. A mãe acompanhou Marta.

A narrativa evidencia o impacto emocional da situação. O pai, que tinha pregado no dia anterior sobre viver a fé diariamente, confronta-se com a dor do momento e a dificuldade de manter a serenidade.

Ao longo do episódio, o autor analisa a relação entre sofrimento e fé. Reflete que o Deus em que acredita se reconhece no sofrimento do Filho, ainda que a salvação não seja alcançada através dele.

O texto descreve um conflito íntimo entre crença e necessidade prática. Enquanto Marta é medicada e recebe tratamento, o autor procura compreender como o deslumbramento com Cristo pode conviver com choque emocional.

No final, o autor sugere que a experiência de domingo e segunda-feira se alterna entre deslumbramento e dúvida. Jesus, afirma, está presente em ambos os momentos, oferecendo uma leitura que não nega a dor, mas procura compreender o sentido.

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