- A tradição The Elf on the Shelf nasceu nos Estados Unidos, com o livro de 2005, em que um elfo ganha vida em dezembro para reportar ao Pai Natal; é necessário dar-lhe um nome e não o tocar.
- Em Portugal, a brincadeira ganhou força em 2024/2025, com elfos à venda em lojas, conteúdos online, vídeos e ideias pré-organizadas, além de kits e tendências no Pinterest.
- O elfo, por vezes chamado “Elfie”, fica em casa durante a quadra e faz travessuras à noite, reportando pela manhã ao Pai Natal se as crianças merecem presentes.
- As regras são simples: dar nome ao elfo para lhe manter a magia e não o tocar, para que não perca poderes.
- A brincadeira inspira muitas ideias de travessuras, desde espalhar pasta de dentes a entornar comida, com ajuda dos pais, avós ou irmãos.
O Elf on the Shelf, uma tradição norte-americana, ganhou espaço em Portugal entre 2024 e 2025. Um duende natalino é colocado em casa para vigiar as ações das crianças e “relatar” ao Pai Natal no final do dia.
A prática envolve deslocar o elfo a diferentes lugares e posições todas as noites, gerando surpresas e diversão. As regras incluem dar-lhe um nome para lhe dar magia, mantendo-o fora do alcance físico das crianças.
Portugal recebeu a moda com presença em lojas, conteúdos online e prendas temáticas, incluindo kits e ideias em plataformas como Pinterest. A tendência tem vindo a ser divulgada por famílias e criadores de conteúdos.
Origem e conceito
O conceito nasceu nos EUA com o livro The Elf on the Shelf, de 2005, de Carol Abehorsold e Chanda Bell. O duende ganha vida em dezembro e relata se as crianças merecem presentes.
Dinâmica nas casas
Os elfos aparecem como “companheiros” de Natal, protagonizando travessuras que as crianças descobrem pela manhã. O objetivo é manter o espírito natalício de forma lúdica e educativa.
AProfundamento e alcance
A popularidade em Portugal cresce com conteúdos online, vídeos e sugestões diárias. A indústria envolve vendas de elfos, conteúdos digitais e ideias pré‑organizadas para dinamizar a quadra.
Observações
Especialistas apontam que a magia reside na surpresa de não revelar todo o funcionamento. Pais e familiares costumam colaborar para facilitar as travessuras noturnas e manter o ritmo festivo.
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