- Débora Dunhill, ex-concorrente do reality Love On Top, contou em Portugal sobre uma complicação grave após uma tatuagem na perna realizada em setembro.
- A dor intensificou-se ao longo de semanas e, na primeira avaliação, os médicos chegaram a falar em risco de amputação, sem indicação de infeção ou contaminação.
- A hipótese em causa foi uma reação grave ao material da tatuagem; a perna ficou com lesões graves, semelhantes a um ferimento de acidente, com a lesão ao nível do osso.
- O tratamento durou quase dois meses, com pensos diários, medicação tópica e acompanhamento médico, e, mesmo com melhorias, houve sequelas: não é possível remover ou retocar a tatuagem e a perna ainda não voltou ao normal.
- Débora alerta para os riscos deste tipo de procedimento invasivo, dizendo que quando algo foge ao controlo as consequências podem ser muito graves.
Débora Dunhill, ex-concorrente do reality show da TVI Love On Top, sofreu uma complicação grave associada a uma tatuagem realizada na perna em setembro. A situação levou-a a entrar em hospital no dia 8 de outubro, numa cadeia de complicações que quase resultou na perda do membro.
Inicialmente, a influenciadora pensou tratar-se de uma reação normal e aplicou pomadas em casa. Contudo, a dor intensificou-se e surgiram limitações na mobilidade, com a perna elevada a dormir no sofá porque não conseguia subir escadas.
A equipa médica avaliou o caso com grande preocupação, chegando a falar em risco de amputação numa primeira leitura. Não foi detetada infeção bacteriana, sugerindo uma reação adversa ao material da tatuagem, com lesão próxima do osso.
Fios do caso e implicações
O tratamento prolongou-se por quase dois meses, com pensos diários e medicação tópica, e Débora mantém ainda sequelas. A perna não recuperou totalmente e a tatuagem não pode ser removida ou retocada neste momento.
A ex-participante pretende alertar para os riscos associados a tatuagens, sublinhando que é um procedimento invasivo e que alterações imprevisíveis podem ter consequências graves. O caso reforça a necessidade de acompanhamento médico próximo após procedimentos estéticos.
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