No festival de Cannes, a 79.ª edição expõe uma realidade dupla da cidade da Riviera: de um lado, o glamour da passadeira vermelha; do outro, a azáfama dos bastidores que movem a indústria. O foco não é apenas a exibição de filmes, mas também a gestão de interesses e públicos distintos que orbitam o evento.
O enviado do PÚBLICO a Cannes, Vasco Câmara, acompanha o ambiente atual e compara-o com o passado. O contexto envolve atores, realizadores, jornalistas e um número crescente de influencers, todos a navegar entre interesses comerciais e a crítica cinematográfica.
Este episódio de No Escuro explora também o filme Não Desviar o Olhar, de Júlio Alves, apresentado no IndieLisboa. Participam quatro críticos de cinema — Vasco Câmara, Luís Miguel Oliveira, Inês Lourenço e Ricardo Vieira Lisboa — para partilhar impressões sobre as obras que os marcaram.
No Escuro e a passadeira vermelha
O podcast No Escuro, com Alexandra Prado Coelho e Vasco Câmara, mantém a linha de análise preferida pela equipa. Os episódios são editados para lançamento semanal no site do jornal e em plataformas de streaming.
RSI da produção e do festival
A investigação inclui a componente de bastidores, com foco na gestão de imagem, imprensa e públicos variados. A produção envolve equipas de cinema, mídia e comunicação, que trabalham para manter a visibilidade de filmes e talentos.
Sobre o legado da cobertura
A narrativa foca a relação entre crítica, indústria e audiência, destacando a função dos críticos na avaliação de obras. A discussão situa-se no cruzamento entre cinema, moda, eventos e comunicação digital.
Este texto usa a experiência de Vasco Câmara como referência para entender a dinâmica de Cannes e o papel do jornalismo na cobertura de um festival de cinema de porte mundial.
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