- Timothée Chalamet gerou polémica ao dizer, numa entrevista gravada a 24 de fevereiro para a CNN/Variety, que não quer trabalhar em ballet ou ópera, sugerindo que essas artes não merecem manter-se vivas.
- O ator de 30 anos tentou atenuar a declaração, garantindo ter “todo o respeito” pelos profissionais de ballet e ópera, mas admitiu que pode ter perdido parte do público.
- O Royal Ballet and Opera de Londres publicou um vídeo convidando o ator a reavaliar a sua posição, enquanto a English National Opera ofereceu bilhetes gratuitos com o código ‘Timothée’ para o fazer apaixonar-se pela ópera.
- A Seattle Opera entrou na linha com um desconto de 14% usando o mesmo código promocional. A controvérsia ocorre num momento em que Chalamet está nomeado ao Óscar de Melhor Ator pelo filme Marty Supreme, com receção inicial favorável mas possível abalo pela polémica.
- A notícia destaca ainda ligações familiares do ator ao mundo da dança: a mãe, Nicole Flender, foi professora de ballet, e a avó, Enid Flender, bailarina profissional.
Timothée Chalamet está a enfrentar controvérsia após desvalorizar publicamente a relevância da ópera e do ballet, insinuando que não são pontos para manter vivos. A declaração ocorreu numa entrevista gravada a 24 de fevereiro para a CNN/Variety, em Hollywood.
O ator de 30 anos afirmou que bons filmes não necessitam de grandes campanhas para atrair públicos e usou exemplos de ballet e ópera numa comparação polémica. Depois tentou atenuar, dizendo ter respeito pelos profissionais dessas áreas.
A repercussão foi rápida. O Royal Ballet and Opera de Londres publicou um vídeo a convidar o artista a reconsiderar a posição, enquanto a English National Opera ofereceu bilhetes gratuitos com o código Timothée para o reencontro com a ópera.
A Seattle Opera seguiu a linha com um desconto de 14% usando o mesmo código, numa resposta de humor à polémica. A conversa coincide com a nomeação de Chalamet ao Óscar de Melhor Ator pelo filme Marty Supreme.
O caso ganha relevância adicional pela relação familiar do ator com a dança: a mãe, Nicole Flender, foi professora de ballet, e a avó, Enid Flender, bailarina profissional. A crítica em torno das declarações pode influenciar a corrida ao Óscar.
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