- O narrador descreve António, dizendo que, quando gostava de alguém, era “português” e viajava com um jeito afetivo de cumprimentar.
- Em setembro de dois mil e oito, estava em Nova Iorque e precisava enviar ao Público o relato da digressão americana.
- Olhava pela janela para o Empire State Building e tinha a sensação de que não havia tempo suficiente; o texto ainda não estava pronto.
- Ligaram de Lisboa a informar que lhe ofereciam um dia extra para terminar a reportagem.
- A conclusão da reportagem ficaria marcada por esse ajustamento de prazo.
Um jornalista recorda uma passagem marcante da sua digressão americana. Em setembro de 2008, em Nova Iorque, recebeu a notícia de Lisboa de que ganhara um dia extra para concluir o relato destinado ao Público. O relógio parecia apertar, mesmo antes de metade do texto estar escrito.
A cena descreve o momento em que o Empire State Building era visível pela janela. A pressão era grande para fechar o texto, mas a redação de Lisboa telefonou, anunciando a prorrogação. Aguardar o tempo adicional permitiu finalizar a peça com mais clareza.
Contexto da digressão
O relato envolve o narrador, o amigo António e a equipa de redação na capital portuguesa. A chamada recebida de Lisboa alterou o ritmo da reportagem, que tratava de uma digressão americana. O episódio ficou registrado como exemplo de adiantamento de prazos na imprensa.
O texto final, elaborado com o tempo concedido, procurou manter o foco na experiência vivida pela equipa. A passagem pela cidade que nunca dorme serviu de cenário para a conclusão do artigo enviado ao jornal.
Entre na conversa da comunidade