- O Ministério aprovou, em janeiro, exigir apenas uma prova de ingresso no ensino superior, em vez de duas.
- A medida pretende evitar que cerca de 2.800 estudantes fiquem de fora do acesso.
- As inscrições para a primeira fase dos exames nacionais começaram na sexta-feira passada, sem os elencos finais das provas publicados.
- Os elencos foram atualizados e já estão publicados, assim como os guias de candidatura da Direção-Geral do Ensino Superior.
- Do universo de mil quinhentos e dezenove pares instituição/curso que podiam ter apenas uma prova, mil trezentos e trinta optaram por pelo menos uma prova única, correspondente a oitenta e oito por cento.
Em janeiro, o Ministério da Educação aprovou a exigência de apenas uma prova de ingresso no ensino superior, para evitar que 2800 estudantes ficassem de fora. A mudança contrasta com o concurso de acesso de 2025, que previa pelo menos duas provas. O objetivo é aumentar a abrangência de candidatos.
As inscrições para a 1.ª fase dos exames nacionais tiveram início na sexta-feira passada. Ainda antes de serem publicadas as listas finais de provas de ingresso, as instituições já recebiam as indicações oficiais sobre a nova regra única.
Segundo o Ministério da Educação, 1519 pares instituição/curso tinham potencial para fixar elencos com uma única prova. Destes, 1330 optaram por manter pelo menos um elenco com apenas uma prova, o que representa 88% do conjunto. Os elencos já estão atualizados e disponíveis.
Já os guiões de candidatura da Direção-Geral do Ensino Superior também foram publicados. As informações independem de previsões de notas ou de requisitos adicionais, mantendo o foco na prova de ingresso única como critério central.
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