- A Universidade NOVA de Lisboa está a analisar a decisão do Tribunal Administrativo que ordenou a repetição de todos os atos do procedimento eleitoral para o reitor.
- O tribunal determinou a repetição do processo, após a candidatura de Pedro Maló ter sido excluída com base nas regras da NOVA.
- Pedro Maló alega que a limitação de elegibilidade viola o Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior, argumento que o tribunal terá considerado válido.
- A NOVA esclarece que as decisões de admissão de candidaturas foram tomadas pela Comissão Eleitoral e pelo Conselho Geral, sem ligação direta ao atual reitor.
- Paulo Pereira foi eleito em 16 de setembro, tomando posse em outubro para um mandato de quatro anos, sucedendo João Sàágua.
A Universidade Nova de Lisboa (NOVA) informou que está a analisar a decisão do Tribunal Administrativo que ordenou a repetição das eleições para o cargo de reitor. Paulo Pereira venceu as eleições de setembro e tomou posse em outubro. O tribunal decidiu revogar os atos do processo eleitoral anterior. A unidade está a avaliar as implicações da decisão.
A decisão, publicada este mês pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, obriga a repetição de todos os atos do procedimento eleitoral de 2023. O motivo principal é a exclusão de uma candidatura que, segundo o tribunal, deveria ter sido admitida.
A NOVA afirma que as decisões de admissão foram tomadas pela Comissão Eleitoral e pelo Conselho Geral, alheias ao atual reitor. Pedro Maló, professor auxiliar da Faculdade de Ciências e Tecnologia, ficou fora da lista por não cumprir os requisitos de elegibilidade.
Entre os candidatos constaram a investigadora Elvira Fortunato, ex-ministra da Ciência; João Amaro de Matos, da NOVA School of Business and Economics; José Alferes, da FCT; e Duilia de Mello, da The Catholic University of America.
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