- O preço do gasóleo rodoviário subiu 30,3% e o da gasolina 95 avançou 19,3% em maio face a maio de 2025, com a cotação média do Brent a aumentar 60,3%.
- O preço médio de venda ao público do gasóleo rodoviário ficou em 1,977 euros por litro; a gasolina 95 situou-se em 2,000 euros por litro.
- Em comparação com abril, houve queda de 3,3% no gasóleo rodoviário e subida de 4,2% na gasolina.
- O consumo total de combustíveis rodoviários aumentou 1,6% no ano móvel terminado em maio; o GPL auto registou queda, enquanto a gasolina 98 e a gasolina 95 aumentaram.
- Sem taxas, os preços médios do gasóleo rodoviário e da gasolina subiram, respetivamente, 55,9% e 40,5% face a maio de 2025; o Brent passou de 57,15 euros para 91,59 euros por barril.
O preço do gasóleo subiu 30,3% em maio, face ao mesmo mês de 2025, enquanto a gasolina 95 avançou 19,3%. A cotação média do Brent subiu 60,3% no mesmo período, segundo a DGEG.
O gasóleo rodoviário atingiu 1,977 euros por litro em maio, contra 1,517 euros no maio de 2025. Em comparação com abril, houve uma ligeira queda face aos 2,038 euros do mês anterior.
A gasolina 95 manteve-se em 2,000 euros por litro, acima dos 1,677 euros de maio de 2025 e dos 1,919 euros de abril. Em relação ao mês anterior, registou-se variação entre -3,3% (GPL auto) e +4,2% (gasolina).
Sem taxas, os preços médios do gasóleo rodoviário e da gasolina aumentaram 55,9% e 40,5% respetivamente, em maio, face a 2025. A cotação mensal do Brent passou de 57,15 euros (maio 2025) para 91,59 euros (maio deste ano).
O consumo global de combustíveis rodoviários subiu 1,6% no ano móvel terminado em maio, face ao período homólogo. O GPL auto subiu 13,7%, a gasolina 98 aumentou 10,5% e a gasolina 95 cresceu 5,7%.
A DGEG adianta que o preço médio de importação do gás natural caiu 9,3% em maio, para cerca de 23 euros por MWh, com o GNL importado por modo marítimo a representar 98% do total.
A ENSE destacou que a redução de preços na cadeia de valor, especialmente na refinação, tende a ser mais lenta do que a queda da matéria-prima, devido a custos fixos e à escassez de armazenagem na Europa.
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